Cores e consumidores – Parte I

Este texto foi elaborado por Michelle Sousa Cruz Morais em sua Monografia apresentada no curso de Planejamento Estratégico I do curso de Publicidade, Propaganda e Marketing.

É uma analise importante para quem está desenvolvendo ou reestruturando um site, elaborando uma Landing Page ou criando uma logomarca.

Análise de mercado em função da cor

Em um plano geral de marketing, em pesquisa de mercado relativa à cor, deve-se definir se o produto “dá margem a uma procura racional por parte do comprador”, situação esta em que a cor tem um papel fundamental (como os artigos de decoração).

Neste caso, mudanças e atualizações são indispensáveis e permitem maior destaque em relação aos concorrentes.

Deve-se também levar em consideração a categoria social e a faixa etária do público consumidor potencial.

A escolha das cores de um produto deveria sempre preceder a análise do mercado e das tendências do consumidor para que, com isso, seja criado um ambiente adequado ou que antecipe o desejo dele além de prever a ocasionalidade da compra por impulso.

Sendo assim, “a cor constitui um pormenor importante, trata-se de um conteúdo de consciência, (…) simples percepção vivida através de nossa sensação visual”. A percepção e recordação das cores estão diretamente ligadas aos sentimentos de prazer ou dor, agrado ou desagrado. Porém, para que se obtenha realmente o resultado desejado, é necessário que se alcance, na memória, o valor intelectual desse reconhecimento (e não somente o emocional/afetivo).

É através da cor que se desperta sentimentos, juízos ou avaliação na compreensão de algo lindo, feio, agradável, desagradável, conveniente ou inconveniente, levando sempre em consideração que, por motivos alheios, o grau de recepção da mensagem pode mudar mesmo que por alguns momentos influenciando no comportamento do consumidor.

Segundo psicólogos, existem diversos tipos de consumidores:

Os sentimentais (maior número),

Os volitivos (“sempre prontos a satisfazerem suas próprias vontades”),

• Os intelectuais (“que estão sujeitos a um processo psicológico de compra” tanto na análise de compra como na utilização de seus produtos ou serviços). Seu comportamento de compra, se alcançado positivamente pela mensagem publicitária, pode levar a compra regular (hábito), coativa (necessidade), de ocasião (economia de recursos), impulsiva (satisfação de desejos surgidos espontaneamente), compra emocional (compensação psicológica/ infantil), compra de prova (experimentação) ou compra planejada (especulação).

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