Carisma, como usá-lo nas Mídias Sociais?

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Desde que comecei a trabalhar especificamente com Mídias Sociais no início do ano passado, venho observando uma coisa interessante, muitas pessoas que são extremamente carismáticas no dia a dia perdem este carisma nas Mídias Sociais, por quê?

Algumas pessoas, na vida real, possuem esse tipo de energia que cativa, que chama a atenção, são aquelas sem as quais a festa não seria a mesma, aquelas a quem ninguém se esquece de convidar para um evento.

Nas Mídias Sociais também existem pessoas assim e, surpresa, nem sempre são as mesmas que fazem tanto sucesso na vida real. Mas, por quê?

Como fazer para desenvolver ou levar para as Mídias Sociais esse magnetismo pessoal?

Aqui estão algumas dicas para ajudá-lo desenvolver este magnetismo.

  1. A velha história de dar para receber também vale para o mundo virtual, então interaja com as pessoas, converse, compartilhe, convide-os para eventos, etc.;
  2. Imponha limites, você não precisa gostar e compartilhar coisas que não são do seu interesse, existe uma grande diferença entre interagir e agir como o velho “Maria vai com as outras”;
  3. Siga seu ritmo. Só porque algumas pessoas publicam conteúdo todos os dias, passam horas nas Redes Sociais, não significa que você precise fazer isso também, se você tem tempo, ótimo, senão, procure se organizar e fazer apenas aquilo que pode;
  4. Seja você mesmo. Se você quer conquistar novos amigos, clientes ou fãs é preciso antes de qualquer coisa que você seja você, Abraham Lincoln disse: “Você pode enganar as pessoas por certo tempo, pode até mesmo enganar algumas pessoas o tempo todo, mas nunca será capaz de enganar todos o tempo todo”. Então, não tente se passar por algo que não é, se a máscara cair, você perdera a confiança das pessoas;
  5. Ouvir é uma das coisas mais importantes.  Preste a atenção ao que as pessoas têm a dizer, ao que elas querem, ao que esperam, isso pode te beneficiar mais cedo ou mais tarde;
  6. Compartilhar seu material, sejam vídeos, fotos ou textos, vai ajudar as pessoas a te conhecerem melhor.  Atraia seu público através de um bom conteúdo;
  7. Seja ativo socialmente, participe de grupos e movimentos sociais;
  8. Fale com o coração, é a melhor forma de ser sincero e de cativar sua audiência, se não tiver nada de bom para dizer, simplesmente cale-se e ouça;
  9. Tente unir as pessoas em um objetivo comum, inicie um movimento que desperte o interesse delas;
  10. Utilize anúncios das Mídias Sociais se quiser acelerar o desenvolvimento de sua campanha, pessoal ou profissional, o custo não é tão alto e você pode se surpreender com os resultados.

Estas são apenas algumas dicas, você tem mais alguma? Algum ideia sobre como se destacar nas Mídias Sociais? Mande para mim, vou adorar conhecer outras técnicas.

Boa sorte!

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O poder de um título

manchete-de-jornal

Acredite apenas duas a cada dez pessoas fazem isso.

A maioria das pessoas analisa o título e ele deve ser capaz de atrair a atenção delas o suficiente para que continuem lendo.

Se as suas chances são apenas de 20%, então é melhor que você faça o possível para aumenta-las, certo?

Certo. Mas como?

Bem, em jornalismo a gente aprende que para se escrever uma boa história precisamos responder as seguintes perguntas:

  • Quem?
  • Quando?
  • Como?
  • Onde?
  • Por quê?

Para escrever um bom título você precisa de algo mais, algo que seja poderoso o bastante para fazer com que o leitor continue, então aqui vão algumas dicas:

Não revele muito

Se você revela demais a pessoa pode perder o interesse no restante do texto, por exemplo:

“Aumente o tráfego do seu site com o Google Adwords”

Pronto, se a pessoa tem um mínimo conhecimento do Google Adwords e não tem interesse no sistema, ela vai seguir em frente em busca de outro artigo, outro site, blog ou anúncio.

“Aumente o tráfego do seu site”

Nossa! Como?!

Se o leitor quiser saber ele vai ter que ler o resto da matéria.

Despertar a curiosidade dos leitores é a principal razão de um título bem elaborado.

Seja específico

De certa forma isso vai de encontro com o item acima, certo? Certo, mas existem ocasiões em que você precisa ser específico.

Por exemplo:

“Sentiremos sua falta”

Isso pode parecer interessante a alguns, mas na verdade a maioria não se dará o trabalho de descobrir o que ou quem fará falta.

“Sentiremos sua falta, Steve Jobs”.

Ah, sim, uma matéria sobre Steve Jobs… É claro que ainda haverão (haverão?) aqueles que vão ignorar a matéria por não saber quem foi Steve Jobs (ou por não gostarem da Apple).

Aqui você não revelou muita coisa, mas foi bem específico sobre o assunto do texto.

Use adjetivos fortes

Títulos são o lugar perfeito para o uso de adjetivos como “poderoso”, “secreto”, “confidencial”, etc.

Por exemplo:

“Os títulos conquistam a atenção dos leitores”

“Os títulos são poderosos para conquistar a atenção dos leitores”

“Poderosos” soa de forma intensa e atrai a atenção, incentivando o leitor a continuar a ler.

Pergunte

Uma das melhores táticas para prender o interesse do leitor é fazer uma pergunta.

Primeiro, porque se a pessoa não sabe a resposta, vai querer saber.

Segundo, porque se a pessoa sabe a resposta irá querer conferir para ter certeza de que você sabe.

“Como gerar mais tráfego para o seu site?”

Você quer saber? Se a resposta for sim você com certeza continuará lendo.

Utilize números

Se você indica o número de vantagens que o leitor vai encontrar, ele com certeza vai se interessar por ler todo o artigo.

“10 dicas de como melhorar a otimização do seu site”

“5 maneiras de se tornar famoso nas Mídias Sociais”

Seja conciso

Mantenha o título o mais curto possível. Em alguns casos um Título grande pode ser melhor, mas nunca exagere, até porque na hora de publicar no Twitter isso pode se tornar um problema. Por exemplo:

“O que você pode fazer para otimizar o seu site.”

“Como otimizar o seu site.”

Leia

Método AIDA nas Landing Pages.

Landing Pages - Páginas de Conversão

O que é o método AIDA de escrita?

Antiga mas ainda muito atual, a sigla foi criada o final dos anos 80 por um executivo de publicidade, para descrever as etapas pelas quais as pessoas passam ao ver um texto, anúncio publicitário ou Landing Page
(Páginas de Conversão) . Atenção, Interesse, Desejo, Ação.

Estas são as reações que todos os profissionais de marketing esperam de seu público.

AIDA, apesar de antiga, ainda tem uma grande relevância, principalmente nas Landing Pages.

Quando o usuário encontra o seu anúncio, seja no Google Adwords, seja na página de busca ou no Facebook, é preciso que sua Landing Page esteja preparada para provocar nele as reações desejadas, é preciso que você seja capaz de convencer o usuário da necessidade dele pelo seu produto.

I quer dizer que o seu conteúdo deve estar escrito, preparado da maneira certa para prender a atenção do usuário e convencê-lo a dar o passo seguinte: Comprar.

Então vamos nos aprofundar no significado de AIDA:

A = Atenção

É importante atrair a atenção do usuário para o seu conteúdo ou produto, este é o primeiro e mais importante passo.

Como nos casos de manchetes jornalísticas, o objetivo deve ser despertar a atenção, a curiosidade do usuário, o suficiente para que ele se interesse por ler o texto a seguir.

Na maioria das vezes isso é feito pelo título da Landing Page. Um título atraente, desperta a primeira atenção do usuário.

O texto seguinte deve manter esta atenção.

Para ser realmente eficaz você deve conhecer o seu público-alvo, saber o que ele deseja e o que poderá seduzi-lo.

Então, o ideal é: Ao invés de utilizar um texto que fale do produto de forma generalizada, criar um texto direcionado.

Sua Landing Page deve “falar” diretamente ao seu consumidor.

I – Interesse

Agora que você tem a atenção do usuário, precisa despertar seu interesse.

Esta é a parte onde o usuário vai se perguntar: “O que tem aí para mim?”

Os benefícios precisam estar focados neste público específico.

Você tem sua atenção, você compôs um título atraente e conseguiu fazer o usuário parar para ler seu texto, agora precisa despertar nele o interesse pelo que está por vir.

É aqui que entram imagens ou descrição do produto.

D = Desejo

Você despertou o interesse do usuário, é hora de acender seu desejo.

Preços especiais, promoções, recursos adicionais, depoimentos, tudo isso ajuda a instigar o desejo.

Você pode ajudar psicologicamente o usuário a acreditar que o que está oferecendo é algo necessário para ele, ou que irá lhe trazer vantagens.

Ajude-os a pensar em como seria bom trabalhar com você ou adquirir seu produto.

Desperte neles a expectativa de fazer parte de algo agradável, ou de possuírem algo realmente útil/bonito.

Ofertas de preços especiais, bônus, brindes e etc, podem ajudar na hora da decisão da compra.

Você estará transformando o “O que você tem aí para mim?” para “Sim, acho que é exatamente isso que preciso”.

E finalmente, tudo se resume a…

A = Ação

É aqui que a conversão acontece!

Seu usuário está pronto para fechar negócio, torne isso mais fácil para ele.

Deixe que ele saiba o que fazer, se neste momento ele ficar confuso, você pode perdê-lo.

Adicionar uma chamada à ação é essencial neste ponto.

É aqui que muitas Landing Pages falham.

O objetivo deixa de ser claro para o usuário e ele acaba desistindo da ação.

Botões demais, opções demais, acabam confundindo o usuário e muitas vezes o fazem desistir.

Seja objetivo com sua Landing Page, o usuário deve ter apenas duas opções:

  1. No alto da janela, um pequeno X para que ele possa fechar e continuar a navegar no site;
  2. Um único botão com a ação desejada.

É neste momento que você define a ação.

Não sobrecarregue o usuário, depois de seduzi-lo, nada pior do que deixa-lo confuso.

Então, ao elaborar sua Landing Page, utilize métodos que façam o AIDA funcionar de maneira eficiente e você verá como é fácil converter leads.

Boa Sorte!

Cores e consumidores – Parte II

Cores e consumidores

A preferência pelas cores está ligada à faixa de idade, à cultura, ao clima, à moradia, à classe social ou mesmo à própria saúde. Sendo assim, para que a embalagem chame a atenção do comprador, estimule a renovação da compra e impulsione o consumidor a ficar fiel à sua marca, devem ser levados em consideração todos os fatores acima citados além do “despertar da atenção através da imagem colorida”, “a continuidade da atenção do consumidor sobre a embalagem” e “o efeito e a decisão do consumidor através da influência que a embalagem exerce”.

O produto está diretamente relacionado a vários elementos como “a imagem da marca”, “a imagem da indústria produtora”, “a qualidade do produto ou serviço”, “a utilidade do produto ou serviço”, “o preço” e “a presença do produto através de uma distribuição eficiente, bem como é influenciado pela “situação econômica”, “os esforços da concorrência”, “a publicidade”, a “promoção de vendas”, esforços de merchandising e “as técnicas de relações públicas. 

A embalagem é um fator de diferenciação por sua forma, cor e texto além de ser um veículo publicitário direto e atuante. Poderá, desse modo, sugerir o nível de qualidade de seu conteúdo, ou seja, deverá identificar rapidamente o produto, refletir a sua essência e a sua finalidade.

“Se o técnico conseguir que a embalagem desperte no comprador a vontade de manuseá-la, o elemento tátil, aliado à lembrança do produto,” ganhará um significativo mérito em relação às demais, pois tornará o produto facilmente distinguível entre os outros da mesma espécie.

As cores básicas são as que possuem mais força e nisso não está envolvido o julgamento estético, mas sim um estímulo fisiológico que pode mesmo alterar a respiração ou até modificar a pressão arterial. Já as cores suaves são o oposto.

Em suma: “as qualidades básicas que a cor pode oferecer à embalagem são: visibilidade, impacto e atração”.

O amarelo, o verde e o vermelho são consideradas visíveis em uma embalagem.

Existem fatores muito importantes que devem ser considerados embora estejam fora da embalagem propriamente dita, como o ângulo de visão, a clareza da apresentação e a capacidade de visualização rápida.

A luminosidade interfere em alto grau na visibilidade sendo a cor amarela a mais eficiente neste caso e em segundo a cor laranja. A cor branca, bem como os tons pastéis, devido sua luminosidade, dá a ilusão de maior tamanho pois há a ligação física entre tamanho e claridade, já com azul ocorre o oposto, pois a imagem é vista menor. 

Cores escuras dão a impressão de serem mais pesadas que claras. Um importante cuidado a ser tomado é no caso de cores que possibilitam um jogo óptico, formando pós-imagens negativas que prejudicam a visão e a compreensão.

Assim sendo, um display deve apresentar como qualidade primordial a harmonia de todos estes elementos para que possa integrar, eficientemente, os vários produtos expostos sem deixar de atrair o consumidor.

Em relação à cor na marca, mesmo estando sujeitas aos processos de mudanças, geralmente mantém-se fixas para que, uma vez memorizadas, constituam o pedestal da promoção de vendas, sejam como a presença do dono no produto. 

A cor dos anúncios na imprensa e nos cartazes são imprescindíveis pois atuam diretamente na sensibilidade do receptor aumentando a potência das sensações e impressões.

O anúncio de alta qualidade requer matizes suaves e de pontos contrastantes usando somente discriminações tonais. Deverá conter contrastes mais violentos se tiver como intenção um caráter mais dramático, ou seja, deve variar de acordo com o caso.

No caso dos cartazes comerciais, sua única função é a de produzir um impacto instantâneo, pois ele é feito para ser olhado rapidamente e, se não possuir clareza no significado da mensagem, pode se tornar negativo quanto aos efeitos da comunicação. Por isso deve ter desenho simples, seguir uma estrutura formal, as áreas serem compactas (sem acidentes de superfície) e possuir cores preferencialmente sem gradação.

Para letras a serem lidas à distância utiliza-se, de preferência, o amarelo e o azul.

Outros itens onde as cores refletem bons resultados são os catálogos, folhetos, mostruários, calendários, amostras, brindes, entre outros subsidiários da publicidade e do ponto de venda. “Dependendo do produto, catálogos e folhetos devem usar cores sóbrias, não muito fortes, para evitar a dispersão de memorização de produto apresentado.