Se o New York Times já se rendeu, o que você está esperando?

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O Mashable Business publicou uma matéria sobre a adaptação do jornal  The New York Times para celulares: “How The New York Times is adapting for mobile“.

Uma das declarações de Denise Warren, gerente geral do The New York Times que me chamou a atenção foi sobre a necessidade de evoluir para acomodar as exigências dos consumidores.

É muito difícil manter-se com o consumidor… As suas necessidades são insaciáveis”.

O projeto chamado “NYT Everywhere” uma nova estratégia do jornal que tem o objetivo de levar conteúdo aos assinantes nas plataformas que eles querem e a qualquer momento, demonstra a preocupação em não ficar para trás em uma época que os dispositivos móveis estão cada vez mais substituindo jornais e revistas impressos.

Novos aplicativos estão permitindo cada vez mais que os usuários/consumidores aproveitem os dispositivos móveis.

É esse tipo de pensamento que ainda falta a muitos empresários brasileiros, o reconhecimento das necessidades e, principalmente, exigências dos consumidores e a agilidade para resolver esta questão.

Em um mundo cada vez mais digital, onde as pessoas começam a preferir a tranquila leitura de um jornal em um tablete do que a bagunça de um jornal de papel (sem falar do cheiro que eu pessoalmente detesto), fica cada vez mais claro que essa preferência não é apenas para leitura.

Hoje mais de 79% das pessoas que viajam buscam informações de preços de passagens, estadias, pontos turísticos e transportes, na internet.

As agências, hotéis e companhias aéreas já estão disputando seus lugares na preferência, não só dos consumidores, mas dos mecanismos de busca.

No post “Como o seu site aparece nos dispositivos móveis” eu citei motivos para que os empresários adaptassem seus sites, mas essa matéria sobre o The New York Times nos faz pensar com mais carinho no assunto, certo?

Ainda que no Brasil tenhamos a tendência de esperar as coisas acontecer para finalmente nos adaptarmos, é bom que nossos empresários comecem a ficar mais atentos às tendências do mercado, não preciso lembrar que, via internet, até mesmo as compras já podem ser feitas no exterior e sem sair de casa.

Algumas empresas brasileiras começam a inovar com relação aos aplicativos, leiam a matéria: “Lista de convidados no iPad”.

Isso mostra que apesar de muitos, existem empresários com visão futurista, ou talvez eu deva dizer, com uma visão capaz de acompanhar a velocidade da tecnologia atual.

Boa sorte!

Links relacionados:

Mobile Phones in Marketing | INFOGRAPHIC

Como o seu site aparece nos dispositivos móveis?

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Estatísticas sobre Internet no Brasil | Atualização em 22/04/2012

 

Estatísticas sobre Internet no Brasil | Atualização em 22/04/2012

Estatísticas atualizadas sobre a internet no Brasil.

É importante para os profissionais de Marketing, saberem a quantas anda o acesso dos usuários à internet.

E tendo em vista o aumento significativo que tem havido nos últimos tempos, talvez seja importante para os empresários darem uma boa olhada nestes dados.

Estatísticas sobre Internet no Brasil | Atualização em 22/04/2012.

Boa sorte!

Marketing? Político…

Marketing Político

Tenho visto alguns sites e blogs de candidatos que me deixam de cabelos em pé.

Acredito que a maioria dos candidatos acreditaram que a gestão das mídias na internet eram perda de tempo, ou provavelmente que a coisa é tão fácil que eles ou filhos e amigos, podem administrar isso.

O que nos sobrou foi uma falta de originalidade bárbara.

Não vou citar links nem nomes de candidatos, se vocês quiserem é só procurar.

Mas… Certo, o foco desse blog são os políticos de cidades pequenas, o Brasil afastado das luzes da ribalta.

Afinal, eu mesma sou de uma cidade pequena, mas em que isso muda?

Os profissionais de marketing dos municípios com menos de 50 mil habitantes acreditam mesmo que estão prestando um serviço a seus candidatos ao ignorarem a internet? Espero que não.

Vi um blog de candidato, amador, mas razoável, uma iniciativa própria, por tanto, muito boa.

Para aqueles que estão gerenciando campanhas e para os candidatos que acreditam que a internet não vale a pena, aqui está o link do vídeo do candidato do PSOL à prefeitura do Rio de Janeiro.

Senhores, assistam e aprendam.

Marcelo Freixo

Boa sorte!

Escolhendo as melhores Mídias Sociais

social-media

Em 2010 a Revista Época publicou este infográfico sobre as Mídias Sociais.

http://epoca.globo.com/infograficos/628_redes_populares/redes_populares_05.jpg

As coisas mudaram bastante desde então, mas o básico continua o mesmo.

No entanto, não é porque um infográfico diz que o Twitter tem 9 milhões de usuário que você vai investir seu tempo nele.

É preciso fazer uma análise geográfica antes de decidir quais as redes sociais são mais adequadas à sua empresa.

Por exemplo, se o seu negócio for local, não adianta você dedicar uma grande parcela do seu tempo e dinheiro investindo em marketing no Facebook se os seus clientes ainda estão no Orkut.

É claro que a conquista de novos clientes é sempre o objetivo, mas não se pode esquecer que a melhor propaganda é aquela que tem a recomendação de um cliente, então, faça uma pesquisa, descubra por onde andam seus clientes e comece sua campanha de marketing por eles.

Mesmo que seu negócio seja online e que você tenha intenção de vender para todo o Brasil, lembre-se que todo mundo tem que começar por algum lugar.

Então por onde seria?

Vamos fazer uma análise das Mídias Sociais?

Antes quero mostrar este quadro:

Explicação das Mídias Sociais

Isso foi publicado nos Estados Unidos, como uma sátira das Mídias Sociais, mas que de certa forma é válido.

Quais as Mídias preferidas do seu público alvo?

Na maioria das cidades pequenas brasileiras o Orkut ainda domina as classes C e D, por mais que o crescimento do Facebook esteja sendo contínuo e que o Google tente transferir seus usuários para o G+, o Orkut ainda tem seu público fiel.

Costumo dizer para meus clientes que a elitização do Facebook ainda vai manter muitos usuários do Orkut afastados.

O Twitter ainda está longe de chegar às cidades pequenas, onde a maioria, apesar de já ter ouvido falar, tem muito interesse em uma Mídia Social onde aparentemente não podem compartilhar 100 imagens por dia e escreverem verdadeiros testamentos a cada meia hora.

Assim, se o seu público alvo são jovens de 15 a 25 anos das classes C e D em cidades pequenas, meu conselho é que invista no Orkut e no Facebook, pelo menos no início.

Uma boa pesquisa de mercado antes de se lançar em uma campanha online é a melhor pedida. Esta pesquisa pode ser realizada entre seus atuais clientes, amigos e familiares.

Boa sorte!

Como fazer o seu Marketing político digital

ELEIÇÕES 2012

À medida que as Mídias Sociais crescem no Brasil, será interessante ver como os candidatos utilizarão as Mídias Sociais em campanha.

Embora ainda não seja um hábito em nosso país, ninguém pode negar a força que as Mídias Sociais têm atualmente em qualquer parte do Brasil.

Basta ver o crescimento do Facebook para entende que ignorar esse nicho pode ser um erro muito grande.

Ao mesmo tempo, para aqueles candidatos que já possuem seu perfil pessoal e se mantêm em contato com amigos e até possíveis eleitores, existe a grande possibilidade do que chamo “erros de cálculo”.

O candidato que pensar que enviar mensagens de felicitações e compartilhar fotos de campanha é o equivalente a uma campanha na internet pode não só perder grandes oportunidades, como ainda acabar sendo antipatizado pelos próprios contatos.

Ignorar as Mídias Sociais é uma tolice, mas utilizá-las de forma errada pode ser ainda pior.

Então, meu conselho é: Se você não tem orçamento para contratar um profissional para gerenciar suas mídias, é realmente preferível que você se dedique à campanha tradicional e esqueça a internet, pelo menos como instrumento de campanha.

Nos Estados Unidos a presença dos candidatos no Facebook é maciça, mas no Brasil ainda existem aqueles candidatos que acreditam que mídias sociais como o Facebook não tem muito a acrescentar à campanha política.

Ledo engano.

Em último caso as Mídias Sociais permitem ao candidato conhecer a forma de pensar do eleitor, suas preocupações, suas expectativas.

Essa é uma oportunidade única, principalmente se levarmos em conta que atualmente o marketing unilateral, aquele no qual o candidato dizia o que queria e o povo voltava para casa com mais dúvidas do que respostas acabou.

Hoje o eleitor tem a possibilidade de pesquisar, conversar e debater sobre assuntos, não só dentro do próprio município, mas com pessoas que tem experiências, expectativas e opiniões similares em diversas partes do país.

As soluções, sugestões ou idéias para resolver problemas que atingem um município estão disponíveis a qualquer pessoa que tenha acesso à internet.

E é dentro deste espaço que muita gente vai buscar opiniões, críticas e elogios aos candidatos de sua preferência.

Que candidato em sã consciência deixaria esse espaço para os adversários explorarem?

Não o meu, eu espero.

Então, minha sugestão é: se o candidato não tem conhecimento suficiente do poder das Mídias Sociais, contrate um profissional para assessorá-lo.

Caso isso não seja possível, pense duas vezes antes de se arriscar em um terreno desconhecido.

Mas, se ele ainda assim insistir… Evite temas polêmicos, lembre-se que uma vez publicado na internet, você não conseguirá evitar que seus adversários tenham acesso, seja lá ao que for.

Momentos marcantes da história do Facebook

facebook na nasdaq

Com o lançamento do Facebook na Nasdaq é bom que a gente dê uma olhada na história para nos lembrarmos de momentos marcantes na história desde gigante das mídias sociais e da internet.

2003 – Mark Zuckerberg escreve o primeiro programa para um site, nele, alunos da Universidade de Harvard podem compartilhar fotos. Mark sugere que os internautas avaliem e deem nota a cada estudante, o nome do site: Facemash.

Este primeiro site foi um sucesso instantâneo, durante as primeiras 4 horas no ar, o Facemash atraiu 450 visitantes e 22 mil visualizações das fotos dos arquivos.

O mais impressionante é que a média de votos foi de 48.

A propósito, 70% das fotos visualizadas no Facebook hoje em dia tem uma coisa em comum. São fotos de garotas.

Diante do sucesso do Facemash, Mark Zuckerberg junto com outros três alunos de Harvard, Eduardo Saverin, Dustin Moskovitz e Chris Hughes, funda o The Facebook.

2004 – A primeira montagem do The Facebook, um serviço de rede social é lançado na web em fevereiro.

Inicialmente apenas os fundadores, alunos da Universidade de Harvard, da Universidade de Boston e da Universidade de Stanford tinham acesso ao site.

Eventualmente o acesso foi ampliado para outras universidades e depois para outros países.

2005 – The Facebook se torna apenas Facebook após a compra do domínio Facebook.com pela quantia de 200 mil dólares.

2006 – o Facebook é aberto, em 26 de setembro, a todos os internautas com mais de 13 anos.

2007 – O Facebook ganha diversos prêmios, incluindo o “Top 100 / Clássicos” oferecido pela revista PC.

Em outubro de 2007, golpe de mestre: A Microsoft confirma o potencial do Facebook ao comprar 1,6% da empresa por 240 milhões de dólares.

Com isso o valor de mercado do Facebook atinge 15 bilhões de dólares.

2008 – De acordo com a Comscore, o Facebook é a rede social que atrai mais visitantes por mês e ultrapassa seu principal concorrente o MySpace.

2009 – A empresa Compete.com anuncia que o Facebook é a rede social mais utilizada no mundo.

No fim de 2009 o Facebook se torna a rede social mais popular do planeta com mais de 200 milhões de membros, dos quais 25% usam a rede diariamente.

Em 13 de junho o Facebook coloca URLs personalizadas à disposição de seus mais de 200 milhões de membros.

Em 01 de Julho o site UOL anuncia que o Facebook ultrapassa 1 milhão de membros no Brasil.

2010 – Durante segunda semana de março o Facebook ultrapassa o Google em termo de tráfego. Em Abril, um estudo revela que 41,6% da população norte americana possui um perfil pessoal no Facebook.

No Brasil, ainda em abril, a Revista Veja anuncia que o Facebook atingiu a marca de 3,6 milhões de membros.

2011 – Sinal dos tempos e de sua popularidade, o Facebook ultrapassa a marca de 20 mil perfis por dia.

Em maio é divulgado que o Facebook conta com 139 milhões de visitantes únicos por mês apenas nos Estados Unidos.

2012 – O Facebook compra o Instagram por 1 bilhão de dólares.

Em maio, apenas algumas horas de seu lançamento na bolsa, o Facebook atinge 900 milhões de usuários ativos, mais da metade utilizando plataformas móveis.

18 de maio, após uma impressionante estreia na Nasdaq o Facebook enfrenta uma série de problemas e suas ações caem mais de 6%.

Apesar dos altos e baixos na Nasdaq, o Facebook continua crescendo. De acordo com o G1 o Facebook atinge a margem de 36,1 milhões de usuários no Brasil.

Facebook: registro de doadores de órgãos – Parte I

Doação de órgãos no Facebook

O Facebook lançou nos Estados Unidos e no Reino Unido, neste  1º de maio, a opção de cadastramento como doadores de órgãos no perfil de seus usuários.

Já no primeiro dia após o lançamento do novo recurso, uma instituição de doação de órgãos na Califrónia anunciou que o número de cadastro de doadores aumentou em 800%.

O recurso é de fácil acesso, mas ainda não está disponível na versão brasileira da Rede Social, embora possa vir a ser disponibilizada em um futuro não muito distante.

O sistema de uma simplicidade que nos faz imaginar quantas vidas serão salvas graças a ele.

Para quem ainda não tem cadastro em nenhuma instituição de doação de órgãos o Facebook oferece alguns links para organizações na cidade do doador, para que os mesmos possam se cadastrar.

De acordo com Mark Zuckerberg:

“Com a adição do “doador de órgãos” na seção de “Eventos Cotidianos” da Timeline, você pode declarar sua intenção de se tornar um doador de órgãos e partilhar a sua história sobre quando, onde ou porque você decidiu se tornar um doador. Se você estiver oficialmente registrado como um doador de órgãos, inscreva-se com o registro apropriado”

Para quem gostou da idéia, meu conselho é ficar de olho e esperar que a novidade chegue ao Brasil.

No próximo post a esse respeito vamos analisar a desvantagem deste serviço que, como todos os outros pode ser usado para fins nem um pouco humanitários: Tráfico de órgãos.

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