Método AIDA nas Landing Pages.

Landing Pages - Páginas de Conversão

O que é o método AIDA de escrita?

Antiga mas ainda muito atual, a sigla foi criada o final dos anos 80 por um executivo de publicidade, para descrever as etapas pelas quais as pessoas passam ao ver um texto, anúncio publicitário ou Landing Page
(Páginas de Conversão) . Atenção, Interesse, Desejo, Ação.

Estas são as reações que todos os profissionais de marketing esperam de seu público.

AIDA, apesar de antiga, ainda tem uma grande relevância, principalmente nas Landing Pages.

Quando o usuário encontra o seu anúncio, seja no Google Adwords, seja na página de busca ou no Facebook, é preciso que sua Landing Page esteja preparada para provocar nele as reações desejadas, é preciso que você seja capaz de convencer o usuário da necessidade dele pelo seu produto.

I quer dizer que o seu conteúdo deve estar escrito, preparado da maneira certa para prender a atenção do usuário e convencê-lo a dar o passo seguinte: Comprar.

Então vamos nos aprofundar no significado de AIDA:

A = Atenção

É importante atrair a atenção do usuário para o seu conteúdo ou produto, este é o primeiro e mais importante passo.

Como nos casos de manchetes jornalísticas, o objetivo deve ser despertar a atenção, a curiosidade do usuário, o suficiente para que ele se interesse por ler o texto a seguir.

Na maioria das vezes isso é feito pelo título da Landing Page. Um título atraente, desperta a primeira atenção do usuário.

O texto seguinte deve manter esta atenção.

Para ser realmente eficaz você deve conhecer o seu público-alvo, saber o que ele deseja e o que poderá seduzi-lo.

Então, o ideal é: Ao invés de utilizar um texto que fale do produto de forma generalizada, criar um texto direcionado.

Sua Landing Page deve “falar” diretamente ao seu consumidor.

I – Interesse

Agora que você tem a atenção do usuário, precisa despertar seu interesse.

Esta é a parte onde o usuário vai se perguntar: “O que tem aí para mim?”

Os benefícios precisam estar focados neste público específico.

Você tem sua atenção, você compôs um título atraente e conseguiu fazer o usuário parar para ler seu texto, agora precisa despertar nele o interesse pelo que está por vir.

É aqui que entram imagens ou descrição do produto.

D = Desejo

Você despertou o interesse do usuário, é hora de acender seu desejo.

Preços especiais, promoções, recursos adicionais, depoimentos, tudo isso ajuda a instigar o desejo.

Você pode ajudar psicologicamente o usuário a acreditar que o que está oferecendo é algo necessário para ele, ou que irá lhe trazer vantagens.

Ajude-os a pensar em como seria bom trabalhar com você ou adquirir seu produto.

Desperte neles a expectativa de fazer parte de algo agradável, ou de possuírem algo realmente útil/bonito.

Ofertas de preços especiais, bônus, brindes e etc, podem ajudar na hora da decisão da compra.

Você estará transformando o “O que você tem aí para mim?” para “Sim, acho que é exatamente isso que preciso”.

E finalmente, tudo se resume a…

A = Ação

É aqui que a conversão acontece!

Seu usuário está pronto para fechar negócio, torne isso mais fácil para ele.

Deixe que ele saiba o que fazer, se neste momento ele ficar confuso, você pode perdê-lo.

Adicionar uma chamada à ação é essencial neste ponto.

É aqui que muitas Landing Pages falham.

O objetivo deixa de ser claro para o usuário e ele acaba desistindo da ação.

Botões demais, opções demais, acabam confundindo o usuário e muitas vezes o fazem desistir.

Seja objetivo com sua Landing Page, o usuário deve ter apenas duas opções:

  1. No alto da janela, um pequeno X para que ele possa fechar e continuar a navegar no site;
  2. Um único botão com a ação desejada.

É neste momento que você define a ação.

Não sobrecarregue o usuário, depois de seduzi-lo, nada pior do que deixa-lo confuso.

Então, ao elaborar sua Landing Page, utilize métodos que façam o AIDA funcionar de maneira eficiente e você verá como é fácil converter leads.

Boa Sorte!

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Sua Página de Conversão contém erros?

Você decidiu criar uma Landing Page (Página de Conversão), pois todos os sites sobre otimização afirmam que é uma das melhores formas para converter visitantes em leads (possíveis clientes) e leads em clientes.

Mas… Ela não está funcionando como disseram que funcionaria!

Será que isso é só mais uma conversa fiada?

Na verdade as Landing Pages são, comprovadamente úteis em um site, seja para que os visitantes deixem seus e-mails cadastrados (isso será útil no futuro para o e-mail marketing), seja para eles conhecerem algo que você disponibiliza no seu site ou para comprar.

A verdade é que elas foram criadas para estimular o usuário a agir da forma como você deseja, mas não basta criar uma e colocá-la no seu site, é preciso que você tenha certeza de que ela irá realmente funcionar.

Como?

Em primeiro lugar experimente pensar como o usuário. Se sua Landing Page não atrai você, com certeza não atrairá outras pessoas.

1 – Verifique se há em sua Landing Page uma palavra ou frase de efeito, aquela frase que vai atrair a atenção do visitante.

Por “atenção” entenda: Interesse, curiosidade, cobiça ou confiança.

Esta é a frase/palavra que vai levar o visitante a pensar duas vezes antes de fechar a página.

2 – Não descarte a possibilidade de estar confundindo seu visitante.

Uma Landing Page deve conter apenas uma escolha de ação, qualquer coisa, além disso, vai confundir o usuário. Então, se o seu objetivo é vender, tenha apenas um botão “compre agora”.

Não tente pedir que o usuário compre e se cadastre na mesma ação, ele pode acabar desistindo de ambas as ações apenas por se sentir acuado ou indeciso.

3 – Tenha certeza de que o seu visitante não está confundindo sua Landing Page com o resto do site.

Você não quer isso, com certeza, então, se sua Landing Page apresenta um visual semelhante ao do seu site. Modifique-o.

Se as cores do seu site variam entre azul, roxo e cor de rosa (eu sei, ninguém utilizaria esta combinação para um site, mas nunca se sabe…), então utilize cores diferentes, como laranja, verde e amarelo.

Assegure-se de que seu visitante saberá que aquela é a página onde ele deve “agir”.

4 – Ainda com relação ao layout, não se esqueça de que tudo em excesso é prejudicial, então, na hora de escolher texto + cores + fotos + formulário + botão de ação, procure evitar qualquer tipo de poluição visual.

Além de também confundir o usuário, pode acabar estressando ele e levando-o a fugir correndo.

5 – Retire quaisquer links para outras páginas ou sites. O objetivo é que o usuário responda a ação desejada, não que ele se distraia.

6 – Certifique-se de que a imagem, caso aja alguma, não seja mais envolvente que a chamada de ação. Se a imagem tiver legenda, que seja relacionada de forma clara e objetiva à ação desejada.

7 – Botões de Redes Sociais. Eles são realmente necessários à ação que você deseja, ou estão apenas servindo como pontos de fuga?

Os 5 maiores erros em uma Loja Virtual

As vendas Online são atualmente um mercado em plena expansão, um comércio acessível no qual o consumidor começa a criar mais confiança.

Muitas vezes ouvi pessoas dizerem que tinham medo das compras online, que temiam a clonagem de seus cartões de crédito, que não confiavam nessa história de que eles não usariam seus dados depois…

Tudo isso está ficando cada vez mais para trás. Muita gente que não confiava em e-commerce começa a preferir a comodidade das compras online ao movimento dos shoppings.

Como aproveitar essa fatia do mercado da melhor forma possível?

Uma loja virtual significa uma filial aberta 24 horas por dia, sem gastos com vendedores.

As vendas online permitem que você aumente a sua área de vendas de um bairro ou uma cidade, para um estado, país ou para o mundo e isso em termos de conquista de novos clientes, não tem preço.

Mas montar uma loja virtual exige certos cuidados que vão muito além de ter um ícone de um carrinho de compras no canto superior direito do seu site.

Acreditar nisso é o primeiro erro que a maioria dos proprietários de lojas tradicionais comete.

Aqui estão alguns erros que você pode facilmente consertar, caso já tenha uma loja virtual, ou evitar cometer se estiver pensando em criar uma.

1 – Dificultar ou não facilitar o processo de contato entre o usuário e o site

Como citei antes, muitos usuários temem fazer compras online, pois uma vez que fornecem seus dados pessoais estão vulneráveis. Neste caso é ideal que você faça com que o usuário saiba que, caso haja algum problema, ele poderá entrar em contato e conversar com alguém.

Se as suas informações de contato não estiverem visíveis o bastante para deixa-lo confortável, ele pode acabar desistindo da compra.

Caso este seja o caso da sua loja virtual, inclua rapidamente as informações de contato ou coloque-as em um local onde os usuários possam identificar com facilidade. Coloque telefone, mesmo que não seja 0800, e-mail e, se possível, um sistema de atendimento online.

Quanto mais o usuário se sentir confortável, maior as chances dele, não só comprar o produto, como voltar mais vezes.

2 – Informações sobre o produto

Já falei sobre isso no post “Conteúdo, porque isso é tão importante?”, mas não custa insistir. O conteúdo é a principal ferramenta que você tem para apresentar o produto. Uma vez que o usuário não tem a chance de tocar, mover e até testar o produto, assim como não tem um vendedor para lhe explicar todas as vantagens da compra, é necessário que você ofereça uma descrição completa do produto.

Informe todas as configurações, cores, tamanho, peso, novas tecnologias, utilize frases do Manual de Instruções, se necessário, apenas não se esqueça de tornar o produto atraente além de técnico.

3 – Não dificulte a vida de seu cliente

Isso é um erro que muitas empresas cometem, tornam o processo de compra tão tedioso e longo que muitas vezes o comprador desiste no meio da compra.

Ninguém gosta de esperar em um fila para pagar por um produto e o processo demorado de finalização de compra se assemelha àquela fila de lojas em época de Natal.

Eu mesma já desisti de comprar um produto por causa disso e nem era culpa só do site, mas da conexão.

Então se você tem ou está pensando em colocar um processo longo de compra, esqueça. Opte pelo simples e rápido, suas chances de venda aumentarão consideravelmente.

4 – Sistema de busca interna

Se eu sei o que quero e não me refiro apenas a “uma barra de chocolate”, mas a “uma barra de chocolate recheado com cereja da Lindt”, espero poder acessar a busca do site, digitar o que quero e receber exatamente o que pedi.

Sendo assim, evite me oferecer tudo o que você tem cadastrado como “barra de chocolate” “cereja” e “Lindt”. E, principalmente, não me ofereça um filme chamado A Fantástica Fábrica de “Chocolates” ou o DVD da novela “Chocolate” com Pimenta.

Procure manter um sistema de busca prático e facilite a vida do seu usuário através de filtros de pesquisa.

5 – Frete

Uma das coisas que mais desestimula um cliente na Web é o custo abusivo de frete em algumas lojas virtuais. É claro que é um custo às vezes alto para a loja assumir sozinha, mas será mesmo preciso, o que parece ser o caso de alguns sites, tentar obter lucro através do custo do frete também???

Sim porque a empresa de correios é uma só (caso a loja não usa transportadora, é claro) então, neste caso como pode um site cobrar uma taxa de R$ 15,00 e outro cobrar R$ 36,00 pelo mesmo produto, mesmo sistema de envio e etc.?

O ideal também é você ter um sistema de cálculo de frete em sua loja, para que a pessoa saiba o que está pagando e quanto isso custará.

E, lembre-se, as grandes lojas estão sempre com promoções de frete grátis, principalmente para a região sudeste onde a quantidade de consumidores é maior. A concorrência aí é grande.

Por último mas não menos importante:

Não peça que o seu usuário cadastre os dados dele antes que ele tenha decidido pela compra, é claro, seria bom que este usuário deixasse seus dados para futuro contato, mas nesse caso, o que importa mais? Vender ou obter dados para um futuro e-mail marketing?

Cores, como elas influenciam as vendas?

Para a maior parte dos lojistas, vender é a arte da persuasão.

Embora existam diversos fatores que influenciam como e o que o consumidor vai comprar, uma das maiores influências vem, sem dúvida alguma, das cores.

Desde bebês as cores influenciam nossa vida, começando pelo fato de nossos pais acharem que meninos não vestem rosa e meninas não usam azul, seguindo pela atração das crianças por coisas de cores vivas, uma fase gótica na adolescência, o branco do vestido de noiva, enfim as cores estão no nosso dia a dia.

Nos Estados Unidos, uma pesquisa teve um resultado impressionante:

O pessoal do marketing reuniu 100 pessoas em uma sala, a cada um foi entregue papel e caneta e foi pedido que, ao final da apresentação, cada um escrevesse a primeira coisa que lhe viesse à mente.

Em um telão foi apresentada uma seqüência de imagens, durante 3 minutos, sem ordem ou tema específico, mas com predominância nas cores vermelho e branco.

Ao final 78% dos participantes tinham escrito a mesma coisa: Coca-cola.

Assustador, não é? Mas também muito real pois todos nós sempre associamos um cor a alguma coisa, seja o vermelho da paixão, o amarelo do ouro, o branco da paz ou o verde da esperança, seja uma determinada cor que nos faz lembrar um pessoa em especial…

Não importa. As cores são, definitivamente, um fator de influência na hora da compra. Tudo tem influência, mas como vemos no gráfico abaixo a aparência é primordial.

As cores e o marketing

No lançamento de um novo produto é preciso considerar que os consumidores colocam cor e aparência acima de qualquer coisa:

Importância para o consumidor na hora da escolha:

Cor e Marca

A cor, como no caso da Coca-Cola é o primeiro fator no reconhecimento de uma marca:

As cores e os consumidores

As cores são vistas como o mais poderoso fator na hora do design de um produto. Mesmo que isso não seja universal.

As cores que seduzem os consumidores no continente Americano são diferentes das cores que atraem, por exemplo, os consumidores da Índia.

Como as cores afetam nossos consumidores:

As cores também estão relacionadas aos locais para atrair um determinado tipo de consumidor:

Outras influências

As cores não são a única coisa que influenciam o comportamento de um consumidor. Em uma compra online aparência, palavras estratégicas e a conveniência afeta a necessidade de comprar.

O fator tempo

Velocidade, eficiência e conveniências são algumas outras razões, pelas quais os consumidores estão optando cada vez mais pelas compras online.

E neste caso, ter um site que rode alguns segundos mais lento do que o de seu concorrente por afetar consideravelmente a conquista de clientes.

O poder das palavras

Vendedores contam com a habilidade das palavras para provocar nos clientes algum tipo de emoção.

A palavra correta pode ser a diferença entre o consumidor comprar um produto idêntico em uma ou outra loja.

No caso da internet, na ausência de pequenos apoios como expressão corporal ou um sorriso mais simpático, palavras são tudo o que você tem para convencer o cliente.

É aí que entram as Landing Pages, mas isso a gente vê em um outro post.

Comentem o que acham dessa pesquisa e da influência das cores no Marketing Online.