25 palavras para fazer os visitantes do seu site agirem.

Os visitantes do teu site estão fazendo o que você gostaria que eles fizessem?

Eles estão fazendo download de livros, comprando, clicando nos links que você quer que eles cliquem?

Se a resposta é não, você está perdendo tempo em não corrigir isso.

O que fazer neste caso? Diga a eles o que fazer.

Não eu não estou brincando, você pode orientá-los a fazerem o que você quer. Esse é um truque que vem sendo usado com certa facilidade.

É engraçado, mas a maioria dos sites não se utiliza dessa técnica tão simples. Talvez por ser tão simples, as pessoas acreditem que não funcione, mas acredite, estão erradas.

Pesquisadores afirmam que quando os visitantes encontram determinadas parlavras, elas possuem um poder especifico que as levam a agir. São palavras que sugerem ação e que são bem sucedidas em estimular os visitante a agir em 72% dos casos; caso não haja nada que estimule o usuário a agir, esta mesma ação cai para 6% dos casos.

Isso lhe dá o que pensar, certo? É claro que você gostaria de aumentar o número de ações em seu site, então faça isso.

Aqui você vai encontrar algumas palavras com grande poder de ação, escolha as que mais convém ao seu site.

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  25. Por pouco tempo!

Ai está, apenas algumas palavras para ajudar você a rever as ações do seu site.

Aproveite, corrija o que estiver errado, comece uma nova campanha.

Boa sorte.

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E-book: Pequenas empresas, o que fazer online?


Muitas pequenas empresas estão perdidas na internet, algumas têm sites que nos fazem suspirar de tristeza (e algumas pessoas realmente se autodenominam “web designer”). Algumas têm bons sites, visualmente dinâmicos, agradáveis e com uma quantidade de informações que variam de quase nada a uma enciclopédia de coisas inúteis.

Ter um negócio que funcione também na internet é mais do que colocar um site online e esquecer dele, é mais do que ter em seu cartão de visitas um endereço eletrônico, é mais do que “estar na internet”.

Fazer um negócio funcionar na internet pede participação, atividade e atualizações constantes, interação com os clientes, estratégias de Marketing Digital, participação nas Mídias Sociais entre outros fatores importantes.

Enquanto analisava alguns sites fiquei imaginando se os proprietários dos sites, e das respectivas empresas, teriam alguma noção de quanto dinheiro estariam perdendo, ou se estes empresários utilizariam algum tipo de marketing não virtual para divulgar seus produtos e serviços. Claro, a propaganda é a alma do negócio, mas será que eles fazem alguma idéia da grande oportunidade que estão perdendo? Acho que não.

Então decidi escrever este livro para oferecer, a quem se interessar, a oportunidade de entender essa nova forma de divulgação e quais os benefícios ela pode trazer para os seus negócios.

Espero que goste, é minha primeira experiência e gostaria muito de oferecer um livro que realmente ajudasse você.

Clique no link e baixe o livro. Pequenas empresas, o que fazer online?

“Se colar, colou” é a estratégia dos marqueteiros políticos na web

Encontrei este texto no site: Midiatismo, é assinado por Marcelo Rebelo e achei que valia a pena reproduzi-lo.

O maior erro de quem se aventura nas mídias sociais sem preparo e planejamento é não dimensionar os danos que elas podem causar na imagem. Dois importantes políticos pernambucanos, o deputado federal João Palo Cunha (PT) e a vereadora do Recife Marília Arraes (PSD), passaram recentemente por maus bocados na arena virtual e foram nocauteados em uma situação de crise por subestimar o poder das redes sociais e de seus usuários.

O deputado presenciou o fracasso de um tuitaço, no dia (07/01), como demonstração de força nas redes sociais em apoio à sua candidatura a prefeito do Recife neste ano. Além de atrair míseros 40 seguidores, o movimento #VoltaJP foi superado por outro criado para funcionar como contraponto e criticar o ex-prefeito, por ele se recusar a devolver o pagamento do auxílio-moradia que recebeu por ter sido deputado estadual na década de 1990: o #DevolvaJP, organizado pelo site Acerto de Contas, angariou muito mais seguidores.

Muitos tuiteiros aproveitaram o espaço na rede social para, em vez de “apoiar” a candidatura de João Paulo, “pedir” ao deputado a devolução do benefício recebido irregularmente. O movimento #VoltaJP também não chegou ao final do dia entre os 10 temas mais comentados no Twitter do Recife. Por outro lado, o#DevolvaJP chegou ao segundo lugar entre os mais citados, o que serviu para ressaltar ainda mais o fracasso do tuitaço em apoio ao político.

A segunda situação aconteceu com a vereadora Marília Arraes, ao sofrer duros ataques dos internautas por apagar do Facebook comentários críticos ao seu projeto sobre consumo de álcool. Desde que foi aprovado, em primeira votação, o projeto de lei que impõe restrições ao consumo de álcool nas vias públicas do Recife (entre às 18h e 6h), não parou de gerar polêmica, sobretudo, nas redes sociais.

A vereadora foi acusada pelos internautas de propor um debate, por meio de sua página no Facebook, e devido ao grande número de críticas, ela passou a apagar todos os comentários negativos e a bloquear os usuários contrários ao seu ponto de vista. Marília foi também acusada de “manipular” a discussão ao liberar apenas as avaliações positivas acerca de suas propostas. Sobre esse caso, sugiro a leitura do post “A desastrosa gestão de mídias sociais de Marília Arraes” do jornalista André Riboni, para o blog Acerto de Contas, uma verdadeira aula sobre crises nas mídias sociais.

Podemos apontar vários erros nas estratégias adotadas por essa dupla de políticos, mas dois chamam a atenção: a prática de uma comunicação assimétrica e o subestimo do perfil dos usuários dessas mídias sociais.

O primeiro é a visão equivocada, ainda praticada por muitos, de que as mídias sociais são canais de comunicação de mão única. Ambos acharam que poderiam utilizar impunemente o Twitter e o Facebook para fazer marketing político. Enganaram-se redondamente, pois os usuários dessas mídias buscam em primeiro lugar interagir com seus interlocutores. Aceitam escutar, mas também querem ser ouvidos. E pobres dos que ignoram esse preceito básico. É dor de cabeça na certa.

O segundo – acredito o mais grave – foi subestimar e desconhecer o perfil dos usuários de mídias sociais. Esse é um preceito básico de qualquer estratégia de comunicação: conhecer o seu público antes de qualquer iniciativa. A impressão nesses casos foi que tanto o deputado como a vereadora acharam que iriam interagir com beneficiários do Bolsa Família, uma massa amorfa, iletrada e predisposta a assimilar toda informação publicada em um meio qualquer como verdade absoluta.

Várias pesquisas já indicaram que o usuário das mídias sociais tem entre 20 e 35 anos, faz parte das classes A e B, domina um segundo idioma, possui curso superior e reside nos centros urbanos. Tal público é crítico, curioso e, sobretudo, muito bem informado. Hoje em dia, os políticos não conseguem mais esconder seus problemas pregressos com tanta facilidade. Isso ficou evidente no caso do deputado João Paulo, pois uma simples busca do Google foi o suficiente para vir à tona um problema ético, capaz de ofuscar e descredenciar o tuitaço em seu apoio.

O curioso nessas duas situações é que os marketeiros digitais dos próprios políticos foram os responsáveis diretos pelas crises ao subestimar, de forma primária, o efeito bumerang que pode ocorrer em qualquer ação sem planejamento nas mídias sociais. É bom que tais vexames sirvam de lições para os candidatos que desejarem utilizar tais ferramentas como plataforma eleitoral nessas próximas eleições.

Como conseguir links em palestras e conferencias

Se você for o patrocinador ou o palestrante do evento, com certeza já garantiu os links para seu site, pelo menos do site do evento.

Mas, se você é apenas um participante, não se preocupe, existem algumas formas de conseguir links para o seu site ou blog depois que o evento terminar.

Aqui vão algumas dicas:

1.   Tire fotos do evento  (e deixe as pessoas usarem!)

Se você tiver tirado uma série de fotos do evento, envie-as para o Facebook e Flickr (não esqueça do seu blog). Melhor ainda, quando publicá-las, deixe claro para as pessoas que as fotos estão à disposição para uso de terceiros, desde que não esqueçam de atribuir-lhe o crédito e inserirem um link para o seu post (link de “fonte da imagem” por exemplo). Alguns participantes que talvez não tenham tido oportunidade de tirarem suas próprias fotos vão apreciar sua gentileza. Principalmente se ele quiserem fotos para ilustrarem seu conteúdo.

Você não precisa ser profissional, embora, com certeza isso ajudasse muito, mas com um celular com uma boa câmera o trabalho pode ser feito sem medo.

2.   Grave vídeos  (e também deixe as pessoas userem!)

Use a mesma estratégia das fotos, faça um vídeo com o seu celular. Se a apresentaão estiver sendo transmitida  online, então tente capturar algo novo, diferente, dentro do evento.

3.   Mantenha seu Twiter ativo

Se você é um usuário assíduo do Twitter,  certifique-se de enviar suas impressões sobre o evento, e se o mesmo possuir uma hashtag, use-a para divulgar seus comentários.

Twitar pode ser uma boa forma de despertar o interesse de seguidores e conseguir alguns retweets, principalmente das pessoas que não puderam comparecer ao evento.

Ter uma opinião específica sobre o assunto talvez ajude você a ser citado em um blog, por exemplo: “@rafinha discordou coma opinião do palestrante e acrescentou que…”.

4.   Contribua com P & R

Não seja tímido agora! Manifeste-se durante a sessão de Perguntas e Respostas. Como no caso acima, se você perguntar algo que não tenha sido suficientemente esclarecido pelo palestrante, você também poderá ser mencionado e até conseguir links de outras pessoas depois do evento.

5.   Escreva um resumo do evento

Escreva comentários pessoais sobre o evento, o que aconteceu e como isso contribuiu para o seu aprendizado.

Você poderá angariar links se tiver uma opinião controversa. Pode dizer do que não gostou, fazer críticas construtivas, ou simplesmente expressar sua opinião de que o evento fui muito ruim. Apenas tome cuidado para não ser duro demais e acabar conseguindo mas inimigos do que links.

6.   Faça anotações durante o evento
Revisar o evento depois de acontecido é bom, mas se você fizer anotações terá um conteúdo mais claro e não perderá nenhum detalhe sobre o assunto.
Se puder compartilhar automaticamente suas impressões em seu blog durante o evento, melhor ainda, muitas pessoas podem querer acompanhar o evento através de suas palavras. (não se esqueça de avisar no Twitter e no Facebook que você está descrevendo o evento em tempo real).

7.   Faça uma lista das URLs dos sites/blogs dos palestrantes
Isso só será válido para eventos pequenos, nos quais os organizadores dos eventos não fizeram isso. Então faça isso por eles. Liste o nome e link dos palestrantes e seus perfis no Twitter. Se for uma informação útil é provável que as pessoas compartilhem. Além disso, talvez você ganhe um link no site/blog do palestrante após o evento, se ele tiver um mínimo de consideração.

8.   Se houverem apresentações disponíveis, liste-as
“Haverá disponibilização da apresentação após o evento?” Isso deve ser uma pergunta frequente e a solicitação do link deve vir seguida a resposta afirmativa. Alguns deles podem não colocar suas apresentações online simplesmente por não saberem como. Neste caso ofereça-se para fazê-lo.
Você também pode esperar alguns dias para que o palestrante disponibilize o material, mas porque não escrever sobre o assunto enquanto isso? Crie links para os slides, comente sobre eles no Twitter. Se os organizadores do evento não se lembraram de fazer isso, talvez você seja o único a disponibilizar o material.
A tática é:

Agir rápido – Este é provavelmente o fator mais importante. Na maioria das vezes, após um evento come este tudo o que você quer é descansar. Leve isso em consideração e enquanto todos estiverem descansando, prepare seu material, de forma a que seja o mais rápido a sair. Considere que talvez em uma semana o interesse despertado pelo evento já tenha se voltado para outro assunto.

Atualiza o seu site/blog – Poste seu material o mais rápido possível, mas, lembre-se, postar apenas não é suficiente para fazer as pessoas irem até o seu blog. Compartilhe o post no Twitter, Facebook, LinkedIn, etc. SE tiver feito vídeos, disponibilize-os no You Tube. Faça de forma a interessar tanto aos que participaram do evento quanto aos que não participaram.  Utilize hashtag # e menções @.

Mas acima de tudo – Seja honesto. Não crie uma falsa controvérsia. Se você realmente gostou do evento, seja honesto e dê sua opinião sobre os tópicos de que mais gostou. Não divulgue um opinião contrária a sua, pois você pode acabar sendo desmascarado. Mas, se você realmente não concorda com o o palestrante falou… Sinta-se a vontade para dar a sua opinião sincera, afinal… é o SEU blog.

Mídias Sociais em campanha, cuidado.

É inegável que as Mídias Sociais abriram um diálogo entre eleitores e candidatos. Como no caso de produtos e serviços, a política ficou mais acessível e o usuário da internet passou a se interessar mais por interagir com os políticos.

Essa interação proporciona ao eleitor a sensação de estar contribuindo, vivenciando diretamente os dia a dia da campanha e não apenas participando de comícios semanais.

Essa participação pode angaria não só votos, mas cabos eleitorais inesperados.

Mas como conseguir isso?

Não basta ter um perfil no Facebook ou no Orkut e sair enviando mensagens sem um objetivo específico para todos os possíveis eleitores.

Asseguro que depois da 10ª mensagem (se o eleitor for paciente) ele vai optar por ignorar o candidato, na melhor das hipóteses. A tecla “deletar” está sempre ao alcance da mão.

O uso das Mídias Sociais pode ser uma arma mais do que eficaz.

“Yes, we can”.

Quem não conhece essa frase na internet? Quem não se lembra da euforia dos americanos durante a campanha de Barack Obama?

A campanha dele foi um marco na história e mostrou ao mundo que ignorar a internet em uma campanha pode ser a diferença entre vencer e perder.

O perfil criado nas Mídias Sociais deve ser utilizado com sabedoria, para que, ao invés de conquistar eleitores, você não acabe perdendo inclusive amigos.

É importante compartilhar fatos interessantes, mas não bombardeie as pessoas com links do G1, Veja, Época e A Folha de São Paulo contendo notícias que você acha interessante.

O seu interesse nem sempre agrada a todos (se todos gostassem do verde, o que seria do vermelho?).

É claro que há assuntos de interesse nacional, mas, aqui entre nós, apenas no caso de a notícia ser absolutamente fresca, recém-publicada, as pessoas preferem ler e procurar as notícias que realmente lhe interessam.

E, caso a notícia seja realmente imprescindível para a vida do eleitor, tente não compartilhar um link seco, geralmente um e-mail com assunto: “Você tem que ver isso” e um link e uma folha em branco têm 99% de chances de ser considerado um vírus e deletado.

Mídias Sociais é uma preciosidade para promoção política, mas precisam ser estudadas e respeitadas, pois podem também se tornar o pior inimigo de um produto, serviço, marca ou político.

Política Municipal, onde tudo começa.

Em Piúma, assim como em todo o Brasil, a natureza compensa as falhas políticas com uma beleza exuberante.

Quando se fala em política é comum que as pessoas pensem logo em eleições nacionais ou estaduais, mas pessoalmente eu considero as eleições municipais muito mais importantes.

Muita gente escreve sobre a importância de se ter consciência ao votar em governador, deputado ou presidente, mas a realidade diária está muito mais ligada às eleições municipais do que a qualquer outra.

E quando se trata de pequenas cidades isso toma uma importância ainda maior.

Lembram-se da famosa dentadura? Pois, vamos começar por aí:

Na maioria dos pequenos municípios do Brasil o voto nada mais é do que uma mercadoria, uma forma que o cidadão encontrou para conseguir alguma vantagem pessoal, ou que os políticos procuram para… Conseguir vantagem pessoal.

E se a gente analisar isso, o que se pode esperar em eleições estaduais ou nacionais?

O eleitor que vende seu voto, em sua maioria, não entende nada de política e acredita realmente que o candidato a vereador, quando eleito, irá calçar sua rua. Assim como acredita quando o candidato a prefeito diz que vai implementar uma Lei para proteger os pobres cachorrinhos de rua.

A falta de noção de funções inerentes aos cargos é tão grande que fica fácil para políticos mal intencionados angariarem votos com as promessas mais absurdas, além dos caminhões de areia, sacos de cimentos e dentaduras.

Acham que estou exagerando?

Minha cidade tem menos de 20 mil habitantes e poderia contar a vocês algumas histórias que seriam cômicas se não fossem trágicas.

Como uma ex-vizinha minha que, muito feliz, veio me contar que ia votar no vereador fulano porque ele ia calçar a rua dela, ou  outro, não vizinho, que me afirmou que a lei XXXX tinha sido criada pelo ex-prefeito para defender o direito dos idosos.

Eu argumento, tento explicar a diferença entre Legislativo e Executivo, mas fica aqui a questão:

Como pode haver tanta gente desonesta a ponto de se aproveitar da ignorância alheia?

Mas entra também uma outra questão importante:

Uma vez um candidato me disse, acreditem ou não, sendo honesto e acreditando em suas próprias palavras: Assim que eu for eleito vou mandar fazer uma reforma no hospital, está precisando muito!

Que tipo de governo se pode criar quando os partidos selecionam candidatos pela quantidade votos que ele pode angariar e não pela sua competência?

Em minha cidade, acredito que em todas as cidades pequenas, as alianças são feitas nestas mesmas bases. Os vice-prefeitos (estou falando daqueles caras que dificilmente aparecem no cenário politico municipal) são indicados pela número de familiares e amigos que possuem.

Vereadores…  Me lembrei do Deputado Tiririca, pois acho que se for comparar, até que minha cidade está bem servida de vereadores.

Quem se espantou com a eleição do Tiririca não conhece candidatos de cidade pequena.

Quem nunca participou de um comício de cidade pequena não sabe o que é diversão e tristeza, os discursos são dignos de nota, alguns comentários nos dão vontade de chorar…

Mas não culpo os eleitores, nem todos os políticos, culpo o sistema por ser tão liberal com algo tão sério.

Culpo políticos que sabem de tudo isso e que não se dão o trabalho de modificar.

“Scientia potestas est” (Conhecimento é poder)

Uma citação de Francis Bacon em Meditationes sacræ

E se conhecimento é poder, talvez manter um povo ignorante e políticos que não passam de marionetes, seja o objetivo do sistema.

O que os olhos não veem o coração não sente… Olhos politicamente cegos são os mais convenientes aos que tem os olhos não só abertos, como arregalados diante da possiblidade do poder.

A decepção de alguns eleitores depois da eleição é digna de piedade.

A frase: “Ele disse que faria… E eu votei nele por isso…” É uma das mais proferidas.

Algumas eleições passadas, tive uma conversa com um dos candidatos a vereador de minha cidade, é claro, ele tinha vindo pedir meu voto.

Sugeri a ele que fizéssemos um acordo: Eu votaria nele se ele prometesse que tiraria um outdoor que estava cobrindo a vista maravilhosa na entrada da cidade.

Ele concordou. Fechamos o acordo.

Dois anos depois encontrei o vereador, já eleito, e de forma impressionante ele me sorriu levemente constrangido e disse:

Não cumpri minha promessa, não é?

Diante do constrangimento dele fui obrigada a ser honesta:

Tudo bem, eu não cumpri a minha também.

O que impede o povo de fazer o mesmo? De aceitar os absurdos subornos e votar no candidato mais adequado?

Algumas pessoas argumentam comigo que os políticos corruptos veem do povo.

De certa forma, eu discordo, o povo, em sua maioria, é inocente o bastante para achar que deve cumprir sua promessa.

Você pode pensar que: Bem, talvez eles acreditem que o político tenha capacidade de saber em quem eles votaram e tenham medo de serem pegos e perderem o benefício…

Verdade.

Então… Porque os políticos não tem esse mesmo medo?

Será que é porque sabem que é tarde demais, que a gente não tem como tomar deles o voto que demos?

Enfim, no próximo blog vou contar algumas situações engraçadas que nos mostram o tipo de pessoas que estamos colocando no poder desde… Sempre.

Em poucas palavras: O que é a Otimização?

SEO é um acrônimo para Search Engine Optimization  (Otimização para os mecanismos de busca), mas simplificando, podemos dizer que SEO é o processo  para fazer com que o seu site tenha uma posição melhor nas páginas de pesquisas dos mecanismos de busca do que os sites de seus concorrentes.

Então, porque SEO é importante?

A importância dos mecanismos de busca.

Os mecanismos de busca são de grande importância para você conseguir um tráfego de visitantes em seu site, se você tiver o conteúdo certo. As pessoas que navegam na internet quase sempre procuram por informações das quais eles precisam. Se você tem esta informação mas não a mostra quando eles procuram, então o seu site é quase inútil.

Chave para a visibilidade

SEO torna  seu site mais visível para os usuários da internet. O Marketing é usado para atrair pessoas para o seu site, para que elas vejam o que você está vendendo ou promovendo. SEO é como fazer marketing nos mecanismos de busca. É uma excelente forma de dizer as pessoas que usam os mecanismos de busca:  “Ei, olhem, eu tenho o que você precisa!” E acredite, a maioria, se não todas as pessoas que usam a internet, usam os mecanismos de busca.

 E agora?

Basicamente o SEO é isso. SEO é facilitar para as pessoas encontrarem você.

É fazer marketing com palavras chave nos mecanismos de busca.

 E depois?

O SEO é definitivo até certo ponto, com o tempo você pode fazer atualizações e modificações, mas a base do SEO não muda. Uma vez implantado ele vai continuar fazendo seu trabalho por um longo tempo.