Monitoramento das Mídias Sociais em Campanhas Eleitorais

Monitoramento de Mídias Sociais

O monitoramento das Mídias Sociais ajuda você a se manter informado sobre os assuntos de seu interesse que estão sendo discutidos nas Redes Sociais é claro que isso consome certo tempo, mas sua importância é inquestionável.

Através de um bom monitoramento que você vai poder:

  • Estar alerta sobre comentários ou críticas ao seu candidato;
  • Responder a questionamentos dos eleitores com maior rapidez;
  • Evitar quaisquer crises de imagem durante a campanha;
  • Desenvolver e aperfeiçoar novas formas de divulgação do candidato;
  • Aprender mais sobre o eleitor, seus interesses e necessidades;
  • Avaliar mudanças e posicionamentos dos eleitores;
  • Criar engajamento dos eleitores de forma efetiva;
  • Acompanhar a campanha do adversário;

Comentários ou críticas ao seu candidato

Sempre, em qualquer campanha política, surgem comentário e críticas, se o seu candidato já é um político conhecido ou se é marinheiro de primeira viagem, pode ter certeza de que alguém vai encontrar um ponto fraco e divulga-lo aos eleitores.

A melhor forma de combater isso é estando alerta.

Ao responder imediatamente após o comentário surgir, você minimiza o impacto e ainda pode tentar virar o jogo.

Questionamento dos eleitores

Quando um eleitor envia uma pergunta a um político é importante que essa resposta seja respondida o mais rápido possível.

Como ninguém passa 24 horas conectado às Redes Sociais, é possível que, sem o monitoramento, essa pergunta passe despercebida, o que, para o eleitor, pode parecer descaso por parte do candidato.

Crises de imagem

Exatamente como os comentários e críticas, evitar crises de imagem exige que você esteja atento ao que falam sobre o seu candidato.

Muitas vezes textos ou imagens divulgadas pela oposição em uma mídia diferente, ou em um perfil ao qual você não tem acesso, pode demorar para chegar até você e esse tempo pode se tornar fatal para a campanha de seu candidato se for o caso de se tornar um viral.

Monitore as Mídias Sociais utilizadas por você, mas não ignore que o adversário de seu candidato pode estar em outras Mídias Sociais também.

Divulgação do candidato

Você vem trabalhando na divulgação desde o início do ano. Acredita que cobriu todas as Mídias e que está no caminho certo. Ótimo.

Mas qualquer gestor de Mídias Sociais sabe que é observando que se descobre novas formas de se utilizar o mesmo produto.

Observe, por exemplo, o Case Obama e o quanto nós, profissionais de Marketing Político Digital no Brasil, aprendemos com ele.

Idéias novas surgem o tempo todo, detalhes nos quais sequer tínhamos pensado, aparecem nos lugares mais inesperados.

As Mídias Sociais estão aí para divulgar isso, então, neste caso o monitoramento irá ajuda-lo a elaborar melhor sua própria estratégia.

O eleitor

Eles estão ali, conversando, compartilhando imagens, comentários, momentos especiais.

Abertos a um contato muito mais próximo e interativo do que em qualquer outro lugar.

Através das Mídias Sociais a personalidade, os interesses e opiniões do eleitor estão mais acessíveis do que nunca.

É nisso que o monitoramento deve se focar: Conhecimento estratégico do desejo do eleitor.

Se a maioria dos eleitores do seu município está falando sobre o problema da saúde no seu município, não adianta o seu candidato insistir em falar sobre educação.

Embora o tema possa ser também importante, o eleitor que falar sobre o que lhe interessa, sobre o que afeta sua vida no dia a dia.

Mudança de posicionamento do eleitor

Eles não só podem como fazem isso com frequência.

A mudança de opinião, de lado político, de visão, é uma prerrogativa humana.

Somos volúveis porque buscamos o que acreditamos ser o melhor, para nós em primeiro lugar, para a família, amigos, conhecidos e comunidade em geral.

Seu candidato? Ele deve estar interessado no que é melhor para o eleitor, para a família do eleitor, para os amigos do eleitor, os conhecidos do eleitor e para a comunidade em geral.

Sim, exatamente nessa ordem.

É aqui que entra a política não é mesmo?

O eleitor do seu candidato pode mudar de lado por diversas razões, mas a maioria delas pode ser evitada se detectada a tempo.

Da mesma forma, com um pouco de sorte, o adversário estará ocupado demais para monitorar e detectar o descontentamento dos eleitores dele e isso pode se tornar um ponto a favor do seu candidato.

Engajamento

É claro que a mãe do seu candidato irá compartilhar cada foto, cada artigo, cada mensagem dele, provavelmente os amigos também.

Mas a melhor forma de criar uma campanha efetiva nas Mídias Sociais é convencer os eleitores de que a campanha do seu candidato merece ser divulgada por eles.

Imagens, vídeos, comentários de interesse público (lembre-se de que o eleitor não vai compartilhar uma foto do seu candidato jantando em família, mas pode compartilhar uma foto dele jantando com o líder do Green Peace, já que isso interessa a todos).

Uma das dicas para se criar engajamento é monitorar o tema de interesse do eleitor e divulgar fatos e fotos sobre o assunto.

Oposição

Sim, um pouquinho de contra espionagem não faz mal a ninguém.

Dê uma olhada em como está a campanha da oposição, leia sobre o que eles estão falando, pesquise o assunto para saber mais do que eles, então, responda, contra argumente, provoque de forma saudável.

E, caso não encontre nada, se o adversário foi tolo o bastante para não investir em uma campanha online… Saia e comemore.

Boa sorte!

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O site do seu candidato pode ser irritante

Site político - chatice

Um candidato não é um produto

Talvez você tenha nas mãos um politico vencedor, uma pessoa simpática e cheia de carisma, mas na ânsia de brilhar no mundo digital você acaba perdendo o foco.

Se o site de seu candidato for confuso, com excesso de detalhes, repetitivo demais, os eleitores, aliados ou não, podem se irritar e acabar transferindo essa irritação para o candidato.

Muitas vezes alguns truques utilizados para prender a atenção dos visitantes em um site podem também acabar com a paciência de quem está buscando por algo dinâmico e atual.

Excessos sempre provocam cansaço, não importa onde ou como, cedo ou tarde a pessoa acaba desistindo de prestar atenção e se afasta.

Uma Landig Page, por exemplo, pode levar uma pessoa a comprar um determinado produto, mas em um site político esse tipo de estratégia pode ter um efeito contrário.

Use luvas de pelica

É muito fácil esquecer que o princípio básico de um site político é manter o eleitor informado e inspirado, torna-lo um aliado da campanha e convencê-lo a divulgar o site.

O que muitas vezes você, o próprio candidato e o webdesigner se esquecem é que uma obra prima de design, com inovações gráficas chamativas pode ser também uma armadilha pouco atraente para os eleitores que buscam apenas informações sobre o candidato.

O que em um site de jogos online ou em um site de vendas pode parecer excitante, em um site político pode se tornar ridículo.

Aqui estão algumas coisas que não apenas podem ser irritantes em um site político como podem causar alguns estragos na própria campanha:

Não perca tempo

Na psicologia dos usuários da internet, tudo acontece rápido e eles geralmente não tem tempo a perder, então você tem 4 segundos para capturar a atenção do visitante.

Lembre-se de que alguns deles chegam ao seu site por curiosidade, sem nada específico em mente além de ver como é o site do candidato X.

Se você não conseguir atrair sua atenção, não há nada mais fácil do que clicar nos botões “voltar” ou “fechar” do navegador.

Uma opção é cumprimenta-los como o candidato faria em um estabelecimento real. Você pode apresentar o candidato, agradecer a visita e dizer de que forma pode ajuda-los, etc.

Um site precisa ser humanizado e no caso de um site político é preciso que ele demonstre uma liderança inspiradora e o desejo de ouvir o eleitor e ajuda-los.

Lembre-se: As pessoas não vão “comprar” uma produto neste site, vão “comprar” uma pessoa, suas idéias e ideais, sua visão, sua capacidade.

O site precisa fornecer aos eleitores uma visão de quem é o candidato.

Se você conseguir ganhar a atenção do eleitor nesses 4 segundo, você ganhou tempo para tentar conquistar algo mais: o voto dele.

Não se esqueça a multimídia

Em nenhum tipo de site a multimídia é mais importante do que na política.

Isso é especial no caso de vídeos.

A meta é manter “olho no olho”, falar diretamente com o eleitor.

Quando o eleitor clica no “play” você tem toda a sua atenção, então diga a ele o que você espera, o que pretende e como ele pode te ajudar.

No caso de pequenos municípios os vídeos oferecem ao candidato uma oportunidade que eles não tem na TV, falar sobre o plano de governo, explicar como e quando as coisas podem ser feitas, etc.

Use sua melhor arma, deixe o próprio candidato envolver o eleitor, ele é político, sabe como fazer isso.

Uma idéia é começar por uma pergunta, isso abre todo um leque de possibilidades de compartilhamento do vídeo e da idéia.

Peça ao eleitor que responda através de comentários no perfil do candidato no Facebook, ou pelo Twitter. Isso ajudará a divulgar o vídeo, o site, o candidato…

Mantenha os vídeos curtos e objetivos, ninguém quer ouvir histórias que apenas saber o que o candidato tem a oferecer.

2 minutos de vídeo é mais do que suficiente.

Você pode ter no site um vídeo de 2 minutos para cada tópico do programa de governo, deixe que o eleitor procure e assista o tema de seu interesse.

Pode ser que ele acabe assistindo todos.

Seja sociável!

Por favor, não esqueça de incluir os pequenos botões de Redes Sociais no site de seu candidato.

Eu sei! É tolice achar que você esqueceria uma coisa tão importante, mas mesmo assim…

Se você espera que as pessoas falem, compartilhem, curtam e 1+ o site do seu candidato, dê um destaque para as Redes Sociais.

Inclua botões do Facebook, Orkut, Twitter, G+, LinkedIn e qualquer outra Rede que queira, apenas não se esqueça de que: Uma vez que seu candidato tem um perfil em uma rede social, este perfil deverá estar sempre ativo e monitorado pela equipe de marketing.

Você não precisa de um ou mais eleitores aborrecidos por não terem uma pergunta ou comentário respondido em uma Rede Social.

Acredite em mim, você realmente não quer isso.

Não se esqueça de atualizar os site

Não adianta fazer um site e deixa-lo às moscas. Como já disse antes, se for assim é melhor não fazer.

Você pode utilizar um blog para manter o site em atividade, mas nunca deixe de consultar e atualizar as informações sobre o candidato.

Boa sorte!

Dicas de usabilidade para sites políticos

Usabilidade em sites políticos

A usabilidade é importante para qualquer site pois torna o site mais fácil de navegar.

Essa facilidade é atraente para o usuário que prefere encontrar o que quer de forma rápida e fácil.

Usabilidade em um site político é fazer com que o eleitor encontre informações de forma rápida e prática.

Muitas empresas gastam fortunas no planejamento da usabilidade de seus sites, mas a verdade é que existem algumas regras bem básicas que, se seguidas, podem tornar o seu site político agradável ao eleitor.

Aqui vão algumas dicas para o seu web designer seguir:

1 – O Slogan

Para uma empresa o slogan é o lema ou apenas uma frase que chama a atenção do usuário para seu produto ou serviço. Usa-se o slogan para descrever de forma resumida o site /empresa em uma única frase.

Considerando que você tem cerca de 8 segundos para prender a atenção do usuário/eleitor, um slogan forte é o que você precisa para isso.

Sem isso você pode perder o eleitor antes mesmo que ele comece a navegar no site.

2 – Busca

Quanto mais antigo o seu site, mais informações ele possui. E no caso de um site político informações é o que não falta. Mesmo que o menu principal seja claro e fácil é possível que o eleitor acabe se perdendo ou perdendo o fio da meada ao encontrar uma informação que nada tinha a ver com o que ele estava buscando.

Um sistema de pesquisa interna acaba com esse problema. Possibilitando que o eleitor busque o que precisa, você facilita a vida dele e ainda lhe dá a liberdade de verificar mais conteúdo do que ele tinha a intenção de fazer inicialmente.

A caixa de busca deve ficar no topo da página principal (se possível em todas as outras também).

Não deve haver dúvida de que aquela caixa é de pesquisa, então você pode utilizar alguns recursos como textos claros: “Encontre em nosso site” ou “Pesquisa interna”.

Lembre-se de deixar claro que a pesquisa não é na web e sim no site, de forma que o eleitor não tente procurar outros temas e acabe se irritando quando o resultado for negativo.

3 – Evite imagens grandes ou pesadas demais

Em poucas palavras: imagens podem sobrecarregar o site e torna-lo lento. Não é só o eleitor quem tem problemas com sites lentos, o Google já incluiu em sua lista de qualificações para as primeiras posições de sua pesquisa a velocidade do site.

Além do mais, gráficos e imagens são uma distração para o eleitor.

Não estou dizendo que não deve haver imagens, mas nada que possa interferir no objetivo do site que é conquistar o eleitor.

Do ponto de vista da usabilidade “mais é menos”.

 4 – Mapa

Os mapas dos sites foram criados para facilitar a navegação do usuário, isso facilita para ele estar sempre ciente de onde se encontra e de como voltar para o início. Além do mais um mapa tem uma grande vantagem sobre todas as outras dicas de usabilidade, ele ajuda os mecanismos de busca a encontrar as páginas do seu site.

5 – Direção

Tudo no site deve ser projetado para canalizar o eleitor para um destino específico. O conteúdo, as “Call to Action” (Chamadas para ação), tudo deve ter o objetivo de levar o eleitor a um destino e não deixa-lo vagando aleatoriamente pelo site.

Tem que haver um objetivo definido, seja o preenchimento de um formulário, seja levar o eleitor a curtir sua Fan Page no Facebook ou deixar um comentário, fazer perguntas, não importa.

O importante é que tem que haver um objetivo específico e que todo o site esteja preparado para direcionar o eleitor até este objetivo.

Evite intimidar o eleitor de forma que ele se sinta acuado e acabe fechando o navegador para escapar, o direcionamento deve ser lento e natural.

Tenha em mente também que sutileza demais pode acabar confundindo ele.

Complicado?

Talvez, mas basicamente funciona assim: Dê a mão para o eleitor e o guie, mas não saia puxando ele a ponto de fazê-lo tropeçar no caminho.

6 – Conteúdo acessível

Como já escrevi antes, temos o hábito de buscar por manchetes e ler apenas aquilo que nos interessa ou chama nossa atenção, então, se você quer que o eleitor para para ler uma determinada material, faça com que ela pareça atraente.

Use um título chamativo, uma imagem contundente, seguidos de um texto que prenda a atenção do eleitor.

7 – Não confunda seu eleitor

Existem diversas formas de tornar um site confuso e muita gente não percebe até que se veja frente a frente com o problema.

Um desses problemas parece insignificante, mas para o usuário/eleitor, pode ser motivo de irritação. “Não use texto sublinhado caso o mesmo não seja um link” “Não use imagem gráfica similar a botões, se não forem realmente botões”.

Pode parecer engraçado, mas é irritante quando o usuário vê um determinado nome ou expressão sublinhada e clica sobre o mesmo, esperando ver mais detalhes sobre o assunto e não recebe nada em troca.

É, no mínimo, frustrante.

Existem muitas outras formas de tornar o seu site mais atraente para o eleitor, essas foram apenas algumas.

Boa sorte!

Engajamento social e sua influência no Marketing Político

Marketing Político Digital

Em qualquer eleição (presidenciais inclusive) há certas coisas que se podem esperar quando se trata de alguns eleitores, apesar de existirem aqueles que são ativos na política, a maioria prefere ficar neutra ou indiferente e é aí que entra a necessidade de um marketing político envolvente.

Alguns eleitores acham que é perda de tempo se envolver com a política, outros acham que seu voto não faz diferença. Existem ainda os que sabem em quem vão votar, mas não se incomodam em falar sobre o assunto, nem se preocupam se podem ou não ajudar seu candidato.

Porque a cada eleição o povo se afasta mais da política? Qual o motivo de os comícios estarem cada vez mais vazios e a participação popular estar se tornando cada vez mais rara?

Um dos motivos é o fato de os políticos estarem cada vez mais desacreditados, os políticos do país estão afastando o povo da política.

Há poucos dias um amigo me disse: “Eu não gosto de política”. Ao que eu respondi prontamente: “Eu amo política, não gosto é de políticos”.

A verdade é que a política é uma ciência sedutora para quem a conhece em sua pureza, mas é verdade também que os políticos transformaram esta ciência em uma coisa feia.

Então, quem pode culpar o cidadão por não se interessar?

Mas o candidato precisa desse interesse, precisa desse apoio sutil, dessa propaganda que muitas vezes é mais efetiva que qualquer publicidade na TV.

Então, como criar um engajamento quando a política está tão desacreditada?

A palavra chave está aí: Acreditar.

Uma boa campanha de marketing tem como primeiro objetivo tornar o candidato “acreditável”.

A imagem do candidato pode até estar desgastada, mas um bom profissional de marketing entende tudo de restauração.

O Marketing comercial ajudando o Marketing Político

Nesse momento pode-se buscar idéias no marketing comercial.

Quando se busca um produto, o consumidor tem sempre as mais variadas opções de marcas, cores, preços, etc.

O que leva um consumidor a decidir pela marca X no lugar da marca Y, pode também levar o eleitor a escolher o candidato A no lugar do candidato B.

A escolha é pessoal, é claro, mas há  que fazer para influenciar esta escolha?

Claro que sim!

No caso do produto, isso pode ocorrer por causa de uma opinião de um amigo, de um familiar, por uma experiência boa relatada em um blog, por uma publicidade mais sedutora, existem diversos fatores que podem ser considerados influenciadores.

Na política é a mesma coisa, um vizinho, um familiar, um amigo, podem influenciar um, dois ou até os votos de uma família inteira.

Mas como chegamos até eles?

Os influenciadores são um grupo especial, cobiçado por qualquer político, e não estou falando apenas dos poderosos.

Alguns influenciadores são pessoas aparentemente comuns, com um grande número de amigos e conhecidos que valorizam sua opinião.

Pode ser o dono de uma farmácia ou uma arrumadeira politicamente ativa em sua comunidade, pode ser o patrão de um aluno influente em sua escola ou um popular motorista de ônibus.

Influenciadores podem estar onde menos se espera.

Muitos desses influenciadores são pessoas que se importam, que se interessam e que, por consequência, buscam informações atuais e as divulgam.

Então, podemos apostar que muitos deles podem ser encontrados na internet, em busca de mais e mais informações, curiosos para saber como anda a política em sua cidade, ávidos por descobrirem histórias sobre os adversários políticos de seus candidatos, ou simplesmente para confirmar que nenhum deles é bom o bastante.

O poder da marca

Pense no candidato como uma marca, ele precisa de uma mensagem forte e atraente, que provoque no eleitor a sensação de estar diante de algo (alguém) que vale a pena.

Essa mensagem também precisa ser coerente com a realidade do eleitor, precisa soar como algo possível, papável.

Não adianta prometer a lua… Quase todo mundo sabe que ela não está disponível.

No entanto, da mesma forma como uma marca tem dificuldade para atrair todos os consumidores, é difícil para o candidato satisfazer as expectativas de todos os eleitores.

Isso agregado ao fato de o político não poder prometer mundos e fundos, sem parecer um charlatão para os mais espertos, dificulta a campanha de forma considerável.

A sugestão é ouvir, anotar e utilizar tudo. Como?

Voltamos às Mídias Sociais.

Pesquisa de opinião, leitura de comentários, blogs e imagens.

Um bom monitoramento das Mídias Sociais pode ajudar o candidato a ter uma idéia do que o eleitor espera dele, já falei sobre isso antes.

Mas é o uso dessas informações e principalmente a possibilidade de transformar esses usuários das Mídias Sociais em aliados e, consequentemente, influenciadores, que faz uma boa campanha de Marketing Digital valer à pena.

Não é como bater de porta em porta, é melhor, é como bater de porta em porta sabendo exatamente o que dizer para agradar a dona da casa e fazer com que ela compre uma idéia.

Isso é quase um sonho para qualquer candidato.

Aplicar essa estratégia não é difícil, mas exige uma certa dedicação.

Boa sorte!

Dicas para uma boa campanha política online – Parte IV

FacebookUsando o Facebook

1.   Crie sua Fan Page.

Acredite, você “quer” uma Fan Page.

A Fan Page estará vinculada ao seu perfil pessoal, mas ao contrário dele, ela é visível a todos e as pessoas podem seguir sua página sem que você tenha obrigatoriamente que ter essa pessoa como amigo em seu perfil pessoal e vice versa.

2.   Atualize seu perfil pessoal

Utilize a guia de informações para oferecer aos eleitores o máximo de informações sobre você e sua campanha.

Preencha-a com detalhes, o máximo possível, e não se esqueça de incluir um link para o seu site de campanha.

Carregue uma boa foto e como foto de capa da página, utilize seu slogan ou o logo tipo de sua campanha.

3.   Pense na utilização de uma página personalizada

Ao contrário do Twitter, o Facebook tem uma aparência padrão, mas você pode usar sua criatividade e alguns recursos (pagos e gratuitos) para te ajudarem a criar uma página personalizada.

4.   Seja autêntico

O eleitores esperam mais do que aquela conversa tradicional de político.

Tente participar de conversar e debates, não se limite a enviar sua mensagem de campanha.

O objetivo é cativar as pessoas, não irritá-las.

5.   Não de a impressão errada

É importante que seu perfil esteja sempre atualizado e que você esteja sempre presente, mas não leve seus eleitores a pensarem que você não faz outra coisa além de ficar o dia todo no Facebook.

Tente ser simpático e atencioso, mas evite parecer idiota ou se intrometer em conversas para as quais não foi convidado.

De resto, use do mesmo bom senso que você utiliza no seu dia a dia, seja cordial sem ser irritante.

Lembre-se, as pessoas com as quais vai conviver no Facebook são as mesmas com as quais você vai cruzar nas ruas de sua cidade cedo ou tarde.

Tem alguma dúvida? Peça mais informações no nosso site: Sua Campanha.com

Boa sorte!

Dicas para uma boa campanha política online – Parte III

Campanha política nas Midias Sociais Construindo uma presença nas Mídias Sociais

1.   Comece devagar.

Acredite em mim, não adianta você querer estar presente em todas as Redes Sociais.

Em Mídias Sociais quantidade não significa qualidade ou poder.

É preferível que você escolha com calma e comece desde agora a construir sua presença em poucas Redes Sociais.

Inscrever-se não é ter uma presença ativa. Um perfil abandonado fala mais contra que a favor de sua campanha.

Então escolha de acordo com o seu público alvo. Se seus eleitores são usuários do Orkut, do Facebook ou do Twitter, esteja ali.

Estas três são as principais Redes Sociais utilizadas pelos brasileiros, junto com o MSN e o G+.

Sejam quais forem as redes escolhidas por você, não se esqueça de que precisa interagir com as pessoas para que elas pensem em você e se interessem pelo que está fazendo

2.   Não se esqueça de incluir widgets no seu site.

Sim, eu já falei sobre isso no post anterior, mas é importante lembrar. Coloque botões que liguem o seu site às suas Redes Sociais em algum lugar visível do seu site.

O melhor lugar para atrair seguidores é o seu site, por isso, inclua todos os botões de todas as redes sociais das quais você faz parte. Ofereça aos seus eleitores as opções de Redes Sociais que mais gostem.

Há ainda os widgets que possibilitam que o eleitor compartilhe o seu site com outras pessoas, não se esqueça deles.

3.   Não fique preocupado com números.

É claro que quanto mais seguidores você tiver, melhor, mas isso não deve se tornar uma obsessão. Todo mundo começa com um seguidor apenas. Não desanime.

Uma opção são os seguidores artificiais, apenas para fazer volume e assustar os adversários, isso não é ilegal, nem difícil de conseguir.

Apenas lembre-se que seguidores artificiais não irão votar em você.

4.   Seja consistente.

Novamente insisto: Mantenha seu perfil atualizado, crie uma agenda, comunique eventos… Não deixe que seus seguidores percam o interesse em você.

Se for abandonar seu perfil, não inicie uma campanha online.

5.   Monitoramento.

Esta é a chave para o bom uso das Mídias Sociais.

Não adianta você fazer bom uso delas, se não puder monitorar o que estão falando sobre você, sobre seus adversários e sobre a política local em geral.

Se os elogios a você podem passar em branco o mesmo não se pode dizer das críticas, então o monitoramento é primordial para que você tenha conhecimento da crítica a tempo para respondê-la, refutá-la ou se explicar.

6.   Compartilhamento.

Não vasta compartilhar seus dados de campanha, seus eleitores podem acabar se cansando.

Ao invés disso compartilhe links, livros, reportagens de interesse público e tudo mais que possa interessar seus eleitores.

Seja, antes de mais nada, cidadão.

7.   Evite intrigas a qualquer custo.

Procure se manter afastado dos boatos, sejam eles a favor ou contra seu adversário.

Não faça a outros, o que não gostaria que fizessem a você, essa é a lei da vida.

Em uma campanha político o primeiro a atirar qualquer pedra será sempre o maior suspeito.

Então mantenha seu foco voltado para seus eleitores, responda a boatos que envolvam seu nome, mas fique longe de intrigas.

Tem alguma dúvida? Peça mais informações no nosso site: Sua Campanha.com

Boa sorte!

Dicas para uma boa campanha política online – Parte II

Interatividade nas campanhas políticas onlineInteratividade em sites de campanha

1.   Inscrição de e-mails (feeds).

O sistema de RSS serve para que seu eleitor possa receber um resumo de todas as atualizações de seu site, sem que você precise enviar e-mails. O eleitor cadastra seu e-mail e recebe automaticamente qualquer atualização do site ou blog.

2.   Não deixe de conectar seu site a todas as Mídias Sociais.

Um link ou botões que liguem seu site às Mídias Sociais são importantes para que os visitantes tenham a oportunidade de se vincular e apoiar sua campanha.

3.   Pesquisas e enquetes.

Para candidatos com orçamentos limitados, as pesquisas online podem ser de grande ajuda para incrementar um plano de campanha política.

A maioria das pessoas não se importa de participar, desde que a pesquisa não tome tempo demais e que seja, de preferência, de múltipla escolha.

É uma excelente forma de se manter atualizado sobre a opinião pública.

4.   Mapa distrital.

Ter um mapa do distrito no site agrada os eleitores.

Procure usar um mapa atualizado, caso o Google não possua informações coerentes sobre seu município.

Principalmente, antes de inserir um mapa do Google Maps, certifique-se de que ele retrata seu município de forma correta.

5.   Vídeos.

Vídeos são agradáveis a todos os tipos de eleitores. Além de poupá-los de ler, coisa que não são todos que gostam. Os vídeos mostrar o candidato e torna a campanha mais direta.

Mas não deixe de inserir vídeos mostrando a situação do município, seus problemas e belezas.

Principalmente, não se esqueça de facilitar para o eleitor o download do vídeo.

6.   Participação

Esse é talvez o melhor de todos os sistemas interativos.

Mantenha no seu site um espaço para comentários, críticas, perguntas, sugestões e elogios.

Não se esqueça de monitorar esse espaço diariamente e não demore a responder as críticas, isso conta ponto a seu favor.

7.   Crie eventos, estimule a participação.

Existem outras formas de manter o eleitor interessado, promova-as.

É importante que o seu site esteja em constante movimento, que as pessoas estejam sempre buscando nele coisas novas.

Tem alguma dúvida? Peça mais informações no nosso site: Sua Campanha.com

Boa sorte!