Marketing? Político…

Marketing Político

Tenho visto alguns sites e blogs de candidatos que me deixam de cabelos em pé.

Acredito que a maioria dos candidatos acreditaram que a gestão das mídias na internet eram perda de tempo, ou provavelmente que a coisa é tão fácil que eles ou filhos e amigos, podem administrar isso.

O que nos sobrou foi uma falta de originalidade bárbara.

Não vou citar links nem nomes de candidatos, se vocês quiserem é só procurar.

Mas… Certo, o foco desse blog são os políticos de cidades pequenas, o Brasil afastado das luzes da ribalta.

Afinal, eu mesma sou de uma cidade pequena, mas em que isso muda?

Os profissionais de marketing dos municípios com menos de 50 mil habitantes acreditam mesmo que estão prestando um serviço a seus candidatos ao ignorarem a internet? Espero que não.

Vi um blog de candidato, amador, mas razoável, uma iniciativa própria, por tanto, muito boa.

Para aqueles que estão gerenciando campanhas e para os candidatos que acreditam que a internet não vale a pena, aqui está o link do vídeo do candidato do PSOL à prefeitura do Rio de Janeiro.

Senhores, assistam e aprendam.

Marcelo Freixo

Boa sorte!

Anúncios

Anunciando sua candidatura

Marketing Político digital no Espírito Santo

Um bom número de pessoas ligadas às campanhas políticas acreditam que a campanha começa no momento do anúncio da candidatura.

Mas, como os profissionais de Marketing Político sabem, existe muita coisa a ser feita antes disso.

Além dos aspectos de marketing é necessário que o candidato tenha uma estrutura básica, tesoureiro, consultor, um site que deverá estar pronto para ser colocado online no momento em que a candidatura se tornar oficial, voluntários e etc.

Um bom número de pessoas ligadas às campanhas políticas acredita que a campanha começa no momento do anúncio da candidatura.

Mas, como os profissionais de Marketing Político sabem, existe muita coisa a ser feita antes disso.

Além dos aspectos de marketing é necessário que o candidato tenha uma estrutura básica, tesoureiro, consultor, um site que deverá estar pronto para ser colocado online no momento em que a candidatura se tornar oficial, voluntários e etc.

Preparação à parte é ideal que o anúncio da candidatura seja feito de forma profissional e, de preferência, em diversos tipos de mídia simultaneamente.

Qual o papel de um profissional de Marketing nisso?

É ele quem vai estar com todas as mídias preparadas para a divulgação. Seja Mídias online ou tradicionais o importante é que todo o material já esteja pronto para ser enviado e com isso o candidato já sai ganhando na corrida para as eleições.

É o profissional de marketing quem sabe exatamente quais as mídias trarão mais repercussão para o candidato e como essa notícia deverá ser divulgada.

Mais do que simplesmente comunicar a candidatura oficial, é importante despertar nos eleitores a curiosidade sobre o candidato, o interesse por sua presença no palco político.

Nunca esquecendo que em municípios pequenos o marketing tradicional ainda tem seu papel fundamental no jogo político, é preciso que os candidatos tenham consciência de que no mundo atual, ignorar as Mídias Sociais pode ser um erro.

No momento do anúncio é preciso que haja uma coordenação entre os que apoiam o candidato, para que a notícia não passe despercebida. No caso das Mídias Sociais, um bom planejamento de divulgação entre os apoiadores pode ser de suma importância.

A primeira declaração, o primeiro discurso, deverá ser resumida de forma coerente e concisa para que, dentro de Mídias Sociais, como o Twitter, não percam o importância de seu contexto original.

Quaisquer materiais adicionais tais como fotos, biografia e posicionamento do candidato, devem estar prontos antes do anúncio, para que os colaboradores não se percam procurando informações importantes.

Seus colaboradores, partindo do profissional de Marketing, deverão estar preparados para as perguntas que certamente surgirão.

Se a imprensa é difícil de satisfazer, nas Mídias Sociais o público pode ser muito mais curioso e exigente.

Então prepare sua equipe, tente cobrir todas as possibilidades de perguntas e deixe algumas respostas já prontas.

Nunca utilize respostas clichês nas Mídias Sociais, o povo está cansado disso e não aceita mais panos quentes.

Mantenha-se atualizado sobre todos os assuntos que interessam aos seus eleitores.

Para isso utilize de pesquisas on e off-line, de forma a saber o que puder sobre as preocupações, esperanças e desejos de seus eleitores.

O planejamento antes do anúncio da candidatura pode evitar diversos momentos constrangedores que poderão se seguir.

Que saber mais a respeito de um bom planejamento de campanha online? acesse www.suacampanha.com e consulte-nos

Boa sorte!

E-book: Pequenas empresas, o que fazer online?


Muitas pequenas empresas estão perdidas na internet, algumas têm sites que nos fazem suspirar de tristeza (e algumas pessoas realmente se autodenominam “web designer”). Algumas têm bons sites, visualmente dinâmicos, agradáveis e com uma quantidade de informações que variam de quase nada a uma enciclopédia de coisas inúteis.

Ter um negócio que funcione também na internet é mais do que colocar um site online e esquecer dele, é mais do que ter em seu cartão de visitas um endereço eletrônico, é mais do que “estar na internet”.

Fazer um negócio funcionar na internet pede participação, atividade e atualizações constantes, interação com os clientes, estratégias de Marketing Digital, participação nas Mídias Sociais entre outros fatores importantes.

Enquanto analisava alguns sites fiquei imaginando se os proprietários dos sites, e das respectivas empresas, teriam alguma noção de quanto dinheiro estariam perdendo, ou se estes empresários utilizariam algum tipo de marketing não virtual para divulgar seus produtos e serviços. Claro, a propaganda é a alma do negócio, mas será que eles fazem alguma idéia da grande oportunidade que estão perdendo? Acho que não.

Então decidi escrever este livro para oferecer, a quem se interessar, a oportunidade de entender essa nova forma de divulgação e quais os benefícios ela pode trazer para os seus negócios.

Espero que goste, é minha primeira experiência e gostaria muito de oferecer um livro que realmente ajudasse você.

Clique no link e baixe o livro. Pequenas empresas, o que fazer online?

SEO não é santo milagreiro

Um bom serviço de SEO pode trazer diversos benefícios para o seu site e para a sua empresa. Pode ajudar a aumentar o número de visitantes, melhorar a visibilidade do seu site nos mecanismos de busca, construir fama em torno do nome da sua marca.

Mas existe algo que o SEO não pode fazer por você, não importa quanto dinheiro você invista, não importa quão bom seja o profissional que você contrate. A otimização Offpage não pode salvar um site ruim.

Resumindo, um site bom ou ruim depende da experiência do usuário ao navegar pelo site.

Aqui estão alguns exemplos de uma experiência ruim que o SEO não pode corrigir:

Navegação ruim

A otimização pode fazer com que seu site se torne atraente para os mecanismos de busca, mas se o seu site não for atraente para os visitantes, tudo isso será em vão, pois sem um bom site qualquer estratégia para criar link building terá sido inútil. Links sozinhos não irão converter os seus visitantes em clientes, isso é tarefa para o seu site. E para que os visitantes se transformem em cliente eles precisam navegar no site. Por quantas páginas eles terão que passar para conseguir o que querem? Ou para encontrar o formulário e deixarem seus dados (que é principalmente de seu interesse)? Um navegação rápida e organizada é muito importante. Seus visitantes sabem que ordem seguir? Seu site facilita a vida deles? Ou será que você os está fazendo pensar demais? Já comentei que o usuário da internet não gosta de pensar muito, ele quer que as coisas funcionem de forma a facilitar a vida deles. Seu site está fazendo isso? Se não, é bem provável que o seu visitante acabe indo parar no site do seu concorrente, se este for fácil de navegar.

Falta de conteúdo

O conteúdo é sem dúvida alguma a coisa mais importante em seu site. Este conteúdo é o que os motores de busca usam para “ler” o seu site e é o que convence os visitantes a agirem dentro dele. Se o seu site só tem um esqueleto de conteúdo, como você espera que o visitante confie nele o suficiente para fazer negócios com você?

Você não pode simplesmente colocar meia dúzia de palavras com descrição do conteúdo, você precisa descobrir o que os visitantes esperam encontrar a mais no seu site.

Páginas desorganizadas

O oposto de não ter conteúdo suficiente é ter excesso de informação, imagens, anúncios, vídeos… Isso confunde o visitante e pode acabar arruinando a possibilidade de transformá-lo em cliente.

Você deve fazer com que seja fácil para o visitante encontrar a informação de que precisa.

Não precisa assustar o visitante com textos longos ou informações desnecessárias.

Lembre-se, o objetivo final é converter o visitante em cliente.

Procure dar a ele o que ele quer sem sufoca-lo com informações, seja sucinto e claro nos textos, nunca cansativo.

“Se colar, colou” é a estratégia dos marqueteiros políticos na web

Encontrei este texto no site: Midiatismo, é assinado por Marcelo Rebelo e achei que valia a pena reproduzi-lo.

O maior erro de quem se aventura nas mídias sociais sem preparo e planejamento é não dimensionar os danos que elas podem causar na imagem. Dois importantes políticos pernambucanos, o deputado federal João Palo Cunha (PT) e a vereadora do Recife Marília Arraes (PSD), passaram recentemente por maus bocados na arena virtual e foram nocauteados em uma situação de crise por subestimar o poder das redes sociais e de seus usuários.

O deputado presenciou o fracasso de um tuitaço, no dia (07/01), como demonstração de força nas redes sociais em apoio à sua candidatura a prefeito do Recife neste ano. Além de atrair míseros 40 seguidores, o movimento #VoltaJP foi superado por outro criado para funcionar como contraponto e criticar o ex-prefeito, por ele se recusar a devolver o pagamento do auxílio-moradia que recebeu por ter sido deputado estadual na década de 1990: o #DevolvaJP, organizado pelo site Acerto de Contas, angariou muito mais seguidores.

Muitos tuiteiros aproveitaram o espaço na rede social para, em vez de “apoiar” a candidatura de João Paulo, “pedir” ao deputado a devolução do benefício recebido irregularmente. O movimento #VoltaJP também não chegou ao final do dia entre os 10 temas mais comentados no Twitter do Recife. Por outro lado, o#DevolvaJP chegou ao segundo lugar entre os mais citados, o que serviu para ressaltar ainda mais o fracasso do tuitaço em apoio ao político.

A segunda situação aconteceu com a vereadora Marília Arraes, ao sofrer duros ataques dos internautas por apagar do Facebook comentários críticos ao seu projeto sobre consumo de álcool. Desde que foi aprovado, em primeira votação, o projeto de lei que impõe restrições ao consumo de álcool nas vias públicas do Recife (entre às 18h e 6h), não parou de gerar polêmica, sobretudo, nas redes sociais.

A vereadora foi acusada pelos internautas de propor um debate, por meio de sua página no Facebook, e devido ao grande número de críticas, ela passou a apagar todos os comentários negativos e a bloquear os usuários contrários ao seu ponto de vista. Marília foi também acusada de “manipular” a discussão ao liberar apenas as avaliações positivas acerca de suas propostas. Sobre esse caso, sugiro a leitura do post “A desastrosa gestão de mídias sociais de Marília Arraes” do jornalista André Riboni, para o blog Acerto de Contas, uma verdadeira aula sobre crises nas mídias sociais.

Podemos apontar vários erros nas estratégias adotadas por essa dupla de políticos, mas dois chamam a atenção: a prática de uma comunicação assimétrica e o subestimo do perfil dos usuários dessas mídias sociais.

O primeiro é a visão equivocada, ainda praticada por muitos, de que as mídias sociais são canais de comunicação de mão única. Ambos acharam que poderiam utilizar impunemente o Twitter e o Facebook para fazer marketing político. Enganaram-se redondamente, pois os usuários dessas mídias buscam em primeiro lugar interagir com seus interlocutores. Aceitam escutar, mas também querem ser ouvidos. E pobres dos que ignoram esse preceito básico. É dor de cabeça na certa.

O segundo – acredito o mais grave – foi subestimar e desconhecer o perfil dos usuários de mídias sociais. Esse é um preceito básico de qualquer estratégia de comunicação: conhecer o seu público antes de qualquer iniciativa. A impressão nesses casos foi que tanto o deputado como a vereadora acharam que iriam interagir com beneficiários do Bolsa Família, uma massa amorfa, iletrada e predisposta a assimilar toda informação publicada em um meio qualquer como verdade absoluta.

Várias pesquisas já indicaram que o usuário das mídias sociais tem entre 20 e 35 anos, faz parte das classes A e B, domina um segundo idioma, possui curso superior e reside nos centros urbanos. Tal público é crítico, curioso e, sobretudo, muito bem informado. Hoje em dia, os políticos não conseguem mais esconder seus problemas pregressos com tanta facilidade. Isso ficou evidente no caso do deputado João Paulo, pois uma simples busca do Google foi o suficiente para vir à tona um problema ético, capaz de ofuscar e descredenciar o tuitaço em seu apoio.

O curioso nessas duas situações é que os marketeiros digitais dos próprios políticos foram os responsáveis diretos pelas crises ao subestimar, de forma primária, o efeito bumerang que pode ocorrer em qualquer ação sem planejamento nas mídias sociais. É bom que tais vexames sirvam de lições para os candidatos que desejarem utilizar tais ferramentas como plataforma eleitoral nessas próximas eleições.

Titulos e funções de profissionais de Mídias Sociais.

Durante os últimos anos as profissões e títulos ligados às Mídias Sociais aumentaram consideravelmente. Muitas vezes as pessoas não têm idéia do que eles significam ou para que servem, então, encontrei este artigo em um blog americano e decidi traduzir para você.

O link do texto original é este: http://mediafunnel.com/social-media/job-titles-social-media/

Este é um glossário com explicações sobre os 5 títulos profissionais mais usados no mundo digital:

Gerente de Mídias Sociais / Especialista em Marketing de Mídias Sociais – SMM

Este profissional gerencia todos os tipo de Mídias Sociais e as estratégias correspondentes a este gerenciamento, mantendo-se atualizado sobre todos os tipos de mídias.

Gerente de comunidades

Geralmente, este profissional monitora e modera fóruns online, ajuda os usuários e sabe como ninguém manter uma conversa online.

 Copywriter ou Escritor de conteúdo

Este profissional ormalmente cria e edita o conteúdo para sites, blogs, e-mail de marketing e plataformas de Mídias sociais, como Facebook e Twitter.

 Especialista em SEO

Este é o profissional que efetua a otimização de conteúdo dos sites tornando-os mas visíveis para os mecanismos de busca.

Especialista em Marketing Online

Este profissional é às vezes uma combinação de todos os citados acima. Na maioria das vezes eles têm  pelo menos conhecimentos sobre Gerenciamento de Mídia Social e são escritores de conteúdos.

Os títulos de profissionais na área de Marketing Digital podem até variar, mas as responsabilidades não vão mudar. Na verdade o que pode acontecer é aumentarem as especializações e as profissão se tornarem cada vez mais distintas.

Quem faz o gerenciamento das suas Mídias Sociais?

Um Gerente de Mídia Social é a sua ligação com o mundo digital.  Cabem a ele as diversas estratégias de Marketing que envolve as Mídias Sociais. É ele quem interage com seus clientes online, o responsável tanto pela boa divulgação da marca, quanto pelo relacionamento de sua empresa com esses clientes.

O que um Gerente de Mídias Sociais precisa ter:

  1. Um grande conhecimento de Redes Sociais, seu funcionamento, regras e utilidade;
  2. Saber ser diplomático;
  3. Ser simpático, sem ser intimista demais;
  4. Ter um bom conhecimento de análise de mercado;
  5. Ser bom em redação (isso é tão necessário que sequer deveria contar nesta lista), erros de ortografia e gramática depõe demais contra a empresa;
  6. Ter raciocínio rápido e bom jogo de cintura;
  7. Estar sempre atualizado sobre as novidades do mercado de sua empresa;
  8. Ter noções de SEO.

Não se sinta frustrado se você colocou a recepcionista de sua empresa para gerenciar as suas Mídias Sociais e esse gerenciamento não está dando nenhum resultado, a culpa não é dela.

Se você quer se encarregar pessoalmente do assunto, procure alguns tutoriais que ensinem o que e como fazer esse gerenciamento, isso vai tomar certo tempo, mas com um pouco de prática e tempo.

Lembre-se que manter um perfil online não significa nada se você não estiver ativo e constantemente em contato com seus clientes.

Em último caso, mas esta é também a melhor opção, contrate um profissional para fazer isso.