Twitter mais amigável do que nunca

twitter

A partir de 18 de setembro o Twitter implantou um cabeçalho onde você pode exibir uma foto, mais ou menos como a foto de capa do Facebook.

O cabeçalho aparece sempre que alguém visualiza seu perfil e é compatível com dispositivos móveis como iPhone, iPad, Android e etc.

Você pode compartilhar a foto de cabeçalho que aparecerá logo acima dos seus Tweets.

Assim:

Twitter-@Scampanhaonline

O tamanho ideal da imagem é de 527×260 pixels, e você tem que levar em consideração o texto do seu perfil que entra no meio da imagem, por exemplo:

 Twitter-@Scampanhaonline

Uma imagem mal escolhida pode tornar o texto difícil de ler.

Para adicionar uma imagem de capa no Twitter, vá em “editar Perfil”, “Aparência” e selecione a imagem em “alterar Capa”, ali eles dizem que as dimensões recomendadas são 1200×600 e que o tamanho máximo é de 5 Mb. A minha tem, como já disse 527×260 pixels e ficou ótima.

A Capa do Twitter ajuda na divulgação de fotos e na publicidade de seu produto ou marca.

Aproveite mais essa novidade.

Boa sorte!

Links relacionados:

Empresas nas Mídias Sociais…

Apresentação de Mídias Sociais

Mídias Sociais… Você sabia? – Parte I

Mídias Sociais… Você sabia? – Parte II

Mídias Sociais… Você sabia? – Parte III

Anúncios

Dicas para promover o seu site

DICAS PARA PROMOVER O SEU SITE

Aqui vão algumas dicas para você promover seu site. Algumas são bem fáceis, outras nem tanto, mas acredito que serão úteis.

  1. Escreva e poste artigos com frequência. Essa é clássica, mas funciona. Pelo menos para os mecanismos de busca, todo conteúdo novo merece atenção;
  2. Escreva um material de qualidade e único, evite simplesmente publicar artigos de outros blogs, isso provavelmente vai gerar mais visitas para o outro que para você;
  3. Caso seu site e seu blog sejam páginas separadas, não se esqueça de ter um resumo do blog no site e sempre ter um link do blog para o site;
  4. Certifique-se de que o seu site está listado no DMOZ;
  5. Certifique-se de que seu site possua publicidade em sites de anúncios gratuitos;
  6. Tente produzir conteúdo de interesse comum, se você comprar algum produto que tenha relação com o conteúdo do seu site, dê sua opinião sobre o produto, informações como essa são sempre bem vindas para o consumidor;
  7. Tenha na assinatura do seu e-mail um link para o seu site, blog e Fan Page.
  8. Atualize o conteúdo do blog pelo menos uma vez por semana;
  9. Lembre-se de inserir Keywords nas imagens inseridas no blog;
  10. Lembre-se das Alt Tags nas fotos do Flickr;
  11. Sugira aos leitores do seu blog que façam a assinatura para receberem RSS Feeds do seu blog;
  12. Encoraje seus leitores a fazer comentários;
  13. Tente não ser elitista, não escreva em termos que apenas os profissionais de sua área consigam entender;
  14. Não se esqueça de usar o corretor ortográfico antes de publicar um post (isso já aconteceu comigo);
  15. Aumente o número de visitas no seu site iniciando uma campanha PPC (Pay per click, como no Google Adwords, por exemplo);
  16. Não deixe de incluir uma palavra chave em sua Title Tag;
  17. Mantenha suas palavras chave no conteúdo do seu site;
  18. Ofereça algo gratuito. Essa é uma palavra mágica. Seja um e-book, um mini curso online… “Gratuito” é uma chave que abre muitas portas;
  19. Participe de fóruns;
  20. Navegue, é conhecendo pessoas que você irá divulgar seus produtos/serviços;
  21. Seja simpático e engraçado;
  22. Responda os comentários deixados em seu blog, SEMPRE! Mesmo que seja apenas um obrigado.
  23. Utilize sites de perguntas como o Yahoo! Respostas, ajude as pessoas e deixe um link para o seu site;
  24. Crie papéis de parede ou descansos de tela com a sua marca e disponibilize em seu site;
  25. Use Favicon em seu site;
  26. Assegure-se de que o seu site não é pesado ou lento demais;
  27. Tente evitar Java Script em seu site, tanto quanto possível;
  28. Não use Frames em seu site;
  29. Torne o seu HTML o mais acessível possível, tanto para os leitores quanto para os mecanismos de busca;

Se não puder inserir sua palavra chave principal em seu domínio, coloque-a pelo menos em suas URLs

Boa sorte!

Posts relacionados:

Qual o melhor horário para twittar?

A importância dos links

Propaganda gratuita no Google

Cores e consumidores – Parte III

Cores e consumidores

As cores aplicadas à atividade publicitária

• VERMELHO: aumente a atenção, é estimulante e motivador. Ligado a anúncios que indicam calor e energia, artigos técnicos e ginástica;

• LARANJA: usados em casos semelhantes ao vermelho, porém de forma mais moderada; grande apelação para o apetite;

• AMARELO: visível à distância; pode dispersar em alguns casos ou indicar luminosidade dependendo de como for utilizado;

• VERDE: estimulante; porém com pouca força sugestiva, oferece sensação de repouso; costuma caracterizar azeites, verduras, frutas e similares; diferentes nuances trazem calma;

• AZUL: grande poder de atração; neutraliza inquietações; aplicado em anúncios que caracterizam frio; 

• ROXO: acalma o sistema nervoso; usado em anúncios de artigos religiosos, viaturas, acessórios funerários, etc.

• PÚRPURA e OURO: representam valor e dignidade; usado em artigos de luxo;

• MARROM: esconde a qualidade e o valor, por isso é pouco recomendado em publicidade; pode transmitir sensação de chocolate.

• VIOLETA: entristece o ser humano, também não é muito indicado o seu uso em excesso; transmite feminilidade e delicadeza.

• CINZA: atitudes neutras e diplomáticas; é muito usado em publicidade;

• PRETO: pouco recomendável (em anúncios de 4 cores) pois deixa o ser humano geralmente frustrado (caso haja excesso);

• AZUL E BRANCO: estimulante; predispõe simpatia; sensação de paz;

• AZUL E VERMELHO: estimulante da espiritualidade; 

• AZUL ESCURO E PRETO: sensação de antipatia; transmite preocupação; desvaloriza a mensagem; 

• VERMELHO E VERDE: estimulante porém de pouca eficácia publicitária;

• VERMELHO E AMARELO: estimulante e eficaz;

• AMARELO E VERDE: pode produzir atitude passiva; pouco eficiente na publicidade, salvo quando remeter a bandeira do Brasil.

Veja maiores detalhes no gráfico abaixo:

Gráfico cores e consumidores

Cores e consumidores – Parte II

Cores e consumidores

A preferência pelas cores está ligada à faixa de idade, à cultura, ao clima, à moradia, à classe social ou mesmo à própria saúde. Sendo assim, para que a embalagem chame a atenção do comprador, estimule a renovação da compra e impulsione o consumidor a ficar fiel à sua marca, devem ser levados em consideração todos os fatores acima citados além do “despertar da atenção através da imagem colorida”, “a continuidade da atenção do consumidor sobre a embalagem” e “o efeito e a decisão do consumidor através da influência que a embalagem exerce”.

O produto está diretamente relacionado a vários elementos como “a imagem da marca”, “a imagem da indústria produtora”, “a qualidade do produto ou serviço”, “a utilidade do produto ou serviço”, “o preço” e “a presença do produto através de uma distribuição eficiente, bem como é influenciado pela “situação econômica”, “os esforços da concorrência”, “a publicidade”, a “promoção de vendas”, esforços de merchandising e “as técnicas de relações públicas. 

A embalagem é um fator de diferenciação por sua forma, cor e texto além de ser um veículo publicitário direto e atuante. Poderá, desse modo, sugerir o nível de qualidade de seu conteúdo, ou seja, deverá identificar rapidamente o produto, refletir a sua essência e a sua finalidade.

“Se o técnico conseguir que a embalagem desperte no comprador a vontade de manuseá-la, o elemento tátil, aliado à lembrança do produto,” ganhará um significativo mérito em relação às demais, pois tornará o produto facilmente distinguível entre os outros da mesma espécie.

As cores básicas são as que possuem mais força e nisso não está envolvido o julgamento estético, mas sim um estímulo fisiológico que pode mesmo alterar a respiração ou até modificar a pressão arterial. Já as cores suaves são o oposto.

Em suma: “as qualidades básicas que a cor pode oferecer à embalagem são: visibilidade, impacto e atração”.

O amarelo, o verde e o vermelho são consideradas visíveis em uma embalagem.

Existem fatores muito importantes que devem ser considerados embora estejam fora da embalagem propriamente dita, como o ângulo de visão, a clareza da apresentação e a capacidade de visualização rápida.

A luminosidade interfere em alto grau na visibilidade sendo a cor amarela a mais eficiente neste caso e em segundo a cor laranja. A cor branca, bem como os tons pastéis, devido sua luminosidade, dá a ilusão de maior tamanho pois há a ligação física entre tamanho e claridade, já com azul ocorre o oposto, pois a imagem é vista menor. 

Cores escuras dão a impressão de serem mais pesadas que claras. Um importante cuidado a ser tomado é no caso de cores que possibilitam um jogo óptico, formando pós-imagens negativas que prejudicam a visão e a compreensão.

Assim sendo, um display deve apresentar como qualidade primordial a harmonia de todos estes elementos para que possa integrar, eficientemente, os vários produtos expostos sem deixar de atrair o consumidor.

Em relação à cor na marca, mesmo estando sujeitas aos processos de mudanças, geralmente mantém-se fixas para que, uma vez memorizadas, constituam o pedestal da promoção de vendas, sejam como a presença do dono no produto. 

A cor dos anúncios na imprensa e nos cartazes são imprescindíveis pois atuam diretamente na sensibilidade do receptor aumentando a potência das sensações e impressões.

O anúncio de alta qualidade requer matizes suaves e de pontos contrastantes usando somente discriminações tonais. Deverá conter contrastes mais violentos se tiver como intenção um caráter mais dramático, ou seja, deve variar de acordo com o caso.

No caso dos cartazes comerciais, sua única função é a de produzir um impacto instantâneo, pois ele é feito para ser olhado rapidamente e, se não possuir clareza no significado da mensagem, pode se tornar negativo quanto aos efeitos da comunicação. Por isso deve ter desenho simples, seguir uma estrutura formal, as áreas serem compactas (sem acidentes de superfície) e possuir cores preferencialmente sem gradação.

Para letras a serem lidas à distância utiliza-se, de preferência, o amarelo e o azul.

Outros itens onde as cores refletem bons resultados são os catálogos, folhetos, mostruários, calendários, amostras, brindes, entre outros subsidiários da publicidade e do ponto de venda. “Dependendo do produto, catálogos e folhetos devem usar cores sóbrias, não muito fortes, para evitar a dispersão de memorização de produto apresentado.

Cores e consumidores – Parte I

Este texto foi elaborado por Michelle Sousa Cruz Morais em sua Monografia apresentada no curso de Planejamento Estratégico I do curso de Publicidade, Propaganda e Marketing.

É uma analise importante para quem está desenvolvendo ou reestruturando um site, elaborando uma Landing Page ou criando uma logomarca.

Análise de mercado em função da cor

Em um plano geral de marketing, em pesquisa de mercado relativa à cor, deve-se definir se o produto “dá margem a uma procura racional por parte do comprador”, situação esta em que a cor tem um papel fundamental (como os artigos de decoração).

Neste caso, mudanças e atualizações são indispensáveis e permitem maior destaque em relação aos concorrentes.

Deve-se também levar em consideração a categoria social e a faixa etária do público consumidor potencial.

A escolha das cores de um produto deveria sempre preceder a análise do mercado e das tendências do consumidor para que, com isso, seja criado um ambiente adequado ou que antecipe o desejo dele além de prever a ocasionalidade da compra por impulso.

Sendo assim, “a cor constitui um pormenor importante, trata-se de um conteúdo de consciência, (…) simples percepção vivida através de nossa sensação visual”. A percepção e recordação das cores estão diretamente ligadas aos sentimentos de prazer ou dor, agrado ou desagrado. Porém, para que se obtenha realmente o resultado desejado, é necessário que se alcance, na memória, o valor intelectual desse reconhecimento (e não somente o emocional/afetivo).

É através da cor que se desperta sentimentos, juízos ou avaliação na compreensão de algo lindo, feio, agradável, desagradável, conveniente ou inconveniente, levando sempre em consideração que, por motivos alheios, o grau de recepção da mensagem pode mudar mesmo que por alguns momentos influenciando no comportamento do consumidor.

Segundo psicólogos, existem diversos tipos de consumidores:

Os sentimentais (maior número),

Os volitivos (“sempre prontos a satisfazerem suas próprias vontades”),

• Os intelectuais (“que estão sujeitos a um processo psicológico de compra” tanto na análise de compra como na utilização de seus produtos ou serviços). Seu comportamento de compra, se alcançado positivamente pela mensagem publicitária, pode levar a compra regular (hábito), coativa (necessidade), de ocasião (economia de recursos), impulsiva (satisfação de desejos surgidos espontaneamente), compra emocional (compensação psicológica/ infantil), compra de prova (experimentação) ou compra planejada (especulação).

Engajamento social e sua influência no Marketing Político

Marketing Político Digital

Em qualquer eleição (presidenciais inclusive) há certas coisas que se podem esperar quando se trata de alguns eleitores, apesar de existirem aqueles que são ativos na política, a maioria prefere ficar neutra ou indiferente e é aí que entra a necessidade de um marketing político envolvente.

Alguns eleitores acham que é perda de tempo se envolver com a política, outros acham que seu voto não faz diferença. Existem ainda os que sabem em quem vão votar, mas não se incomodam em falar sobre o assunto, nem se preocupam se podem ou não ajudar seu candidato.

Porque a cada eleição o povo se afasta mais da política? Qual o motivo de os comícios estarem cada vez mais vazios e a participação popular estar se tornando cada vez mais rara?

Um dos motivos é o fato de os políticos estarem cada vez mais desacreditados, os políticos do país estão afastando o povo da política.

Há poucos dias um amigo me disse: “Eu não gosto de política”. Ao que eu respondi prontamente: “Eu amo política, não gosto é de políticos”.

A verdade é que a política é uma ciência sedutora para quem a conhece em sua pureza, mas é verdade também que os políticos transformaram esta ciência em uma coisa feia.

Então, quem pode culpar o cidadão por não se interessar?

Mas o candidato precisa desse interesse, precisa desse apoio sutil, dessa propaganda que muitas vezes é mais efetiva que qualquer publicidade na TV.

Então, como criar um engajamento quando a política está tão desacreditada?

A palavra chave está aí: Acreditar.

Uma boa campanha de marketing tem como primeiro objetivo tornar o candidato “acreditável”.

A imagem do candidato pode até estar desgastada, mas um bom profissional de marketing entende tudo de restauração.

O Marketing comercial ajudando o Marketing Político

Nesse momento pode-se buscar idéias no marketing comercial.

Quando se busca um produto, o consumidor tem sempre as mais variadas opções de marcas, cores, preços, etc.

O que leva um consumidor a decidir pela marca X no lugar da marca Y, pode também levar o eleitor a escolher o candidato A no lugar do candidato B.

A escolha é pessoal, é claro, mas há  que fazer para influenciar esta escolha?

Claro que sim!

No caso do produto, isso pode ocorrer por causa de uma opinião de um amigo, de um familiar, por uma experiência boa relatada em um blog, por uma publicidade mais sedutora, existem diversos fatores que podem ser considerados influenciadores.

Na política é a mesma coisa, um vizinho, um familiar, um amigo, podem influenciar um, dois ou até os votos de uma família inteira.

Mas como chegamos até eles?

Os influenciadores são um grupo especial, cobiçado por qualquer político, e não estou falando apenas dos poderosos.

Alguns influenciadores são pessoas aparentemente comuns, com um grande número de amigos e conhecidos que valorizam sua opinião.

Pode ser o dono de uma farmácia ou uma arrumadeira politicamente ativa em sua comunidade, pode ser o patrão de um aluno influente em sua escola ou um popular motorista de ônibus.

Influenciadores podem estar onde menos se espera.

Muitos desses influenciadores são pessoas que se importam, que se interessam e que, por consequência, buscam informações atuais e as divulgam.

Então, podemos apostar que muitos deles podem ser encontrados na internet, em busca de mais e mais informações, curiosos para saber como anda a política em sua cidade, ávidos por descobrirem histórias sobre os adversários políticos de seus candidatos, ou simplesmente para confirmar que nenhum deles é bom o bastante.

O poder da marca

Pense no candidato como uma marca, ele precisa de uma mensagem forte e atraente, que provoque no eleitor a sensação de estar diante de algo (alguém) que vale a pena.

Essa mensagem também precisa ser coerente com a realidade do eleitor, precisa soar como algo possível, papável.

Não adianta prometer a lua… Quase todo mundo sabe que ela não está disponível.

No entanto, da mesma forma como uma marca tem dificuldade para atrair todos os consumidores, é difícil para o candidato satisfazer as expectativas de todos os eleitores.

Isso agregado ao fato de o político não poder prometer mundos e fundos, sem parecer um charlatão para os mais espertos, dificulta a campanha de forma considerável.

A sugestão é ouvir, anotar e utilizar tudo. Como?

Voltamos às Mídias Sociais.

Pesquisa de opinião, leitura de comentários, blogs e imagens.

Um bom monitoramento das Mídias Sociais pode ajudar o candidato a ter uma idéia do que o eleitor espera dele, já falei sobre isso antes.

Mas é o uso dessas informações e principalmente a possibilidade de transformar esses usuários das Mídias Sociais em aliados e, consequentemente, influenciadores, que faz uma boa campanha de Marketing Digital valer à pena.

Não é como bater de porta em porta, é melhor, é como bater de porta em porta sabendo exatamente o que dizer para agradar a dona da casa e fazer com que ela compre uma idéia.

Isso é quase um sonho para qualquer candidato.

Aplicar essa estratégia não é difícil, mas exige uma certa dedicação.

Boa sorte!

Quando o vídeo é mais do que uma simples opção de Marketing

Youtube no alvo

Algumas imagens falam mais do que mil palavras… Quem nunca ouviu esta frase? E quem discordaria disso?

Se você tivesse que optar entre rádios, jornais ou TV, para divulgar sua campanha de marketing, qual seria a sua escolha?

No livro “Não me faça pensar” de Steve Krug, ele fala sobre a falta de hábito dos consumidores em ler tudo o que está diante deles. Fala sobre o fato de estarmos acostumados a passar os olhos nas manchetes de jornais e selecionar apenas o que nos interessa, descartando todo o resto.

Mas isso não acontece com as propagandas da TV, certo?

Bem, algumas realmente são irritantes, mas em sua maioria (a publicidade brasileira é reconhecidamente uma das melhores do mundo) as propagandas na TV são divertidas e marcantes.

Não é que você não possa criar campanhas de marketing maravilhosas para a imprensa escrita, mas a verdade é que mesmo as campanhas em revistas e jornais exigem algo que prenda a atenção.

De preferência uma imagem.

Então a propaganda ideal é aquela que o consumidor pode acompanhar sem ter que fazer nenhum esforço.

Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim lançaram um site de compartilhamento de vídeo, eles acreditavam que este tipo de site poderia fazer sucesso entre os usuários da internet.

Hoje, cinco anos depois, o Youtube é o terceiro site mais visitado do mundo.

Por quê?

Se você tem um negócio online, precisa conhecer sua área. Onde você está divulgando seu produto? Que ferramentas você está usando? Que tipo de consumidor você quer alcançar?

Este tipo de pergunta já deve ter passado por sua mente diversas vezes, (ou pela mente de sua equipe de marketing).

Como gestora de Mídias Sociais, não posso deixar de ficar encantada com as possibilidades oferecidas pelo Youtube, é não só por ele ser o terceiro site mais visitado do mundo.

A verdade é que as pessoas, consumidores, gostam de imagens e se essa imagem for mais que uma simples foto, melhor ainda.

As pessoas gostam de vídeos, é por isso que a propaganda na TV é a mais cara de todas.

O consumidor pode até detestar a publicidade, mas uma vez que tenha visualizado o vídeo, ele vai se lembrar, nem que seja para citar como um dos piores que já viu.

No Youtube, quando você procura por um vídeo, um clipe ou tutorial, algo para distrair ou algo recomendado por amigos. Você assiste ao vídeo e então vê, do lado direito da tela, mas uma série de vídeos relacionados. Isso pode te levar a gastar muito mais tempo do que o previsto.

Para um comerciante online isso é o mais desejado.

E quando este vídeo se torna um viral? Como no caso da Luiza? É uma chance única de conseguir alcançar uma quantidade enorme de usuários.

E o que tudo isso tem a ver com a otimização?

Tudo.

Estar na base de dados do Youtube é uma forma certeira de conseguir destaque nas páginas de pesquisa.

Fazer um vídeo otimizado é mais uma forma de ser encontrado pelos mecanismos de busca. Interessante, não é?

Além da vantagem de conseguir atingir consumidores que não tem paciência para ler longos artigos (como este), você ainda pode melhorar sua posição nas SERPs.

A união entre o marketing em Redes Sociais e o marketing em vídeo pode ser considerada uma das melhores formas de você melhorar seu posicionamento nos mecanismos de busca, além, é claro, da publicidade em si.

Muitos profissionais de SEO ainda não se deram conta das possibilidades oferecidas pelo Youtube. Aproveite este mercado ainda novo e crie alguns vídeos de seus produtos!

Boa sorte!